Poemas

Ana Luísa Peluso

Dor
22/05/1995

Quando a dor pira
Expira seu odor

 

Transpira seu calor
Consome sua própria essência
E morre por acabar

 

Cedendo lugar
A outra estranha sensação
De vazio intenso
Ou calma alucinante

 

Mas como todo viajante
Vai e volta, volta e vai
Num desenrolar eterno,
Porém, graças!
Inconstante

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