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Biografias dos Escritores que tomarão posse dia 23 de Agosto de 2011

André Pullig
André Pullig nasceu em Petrópolis-RJ, em 1976. Ainda, recém-nascido radicou-se com a família na cidade de Três Rios-RJ. Aos quinze anos de idade passou a ter contato com poesia e a escrevê-las. Em 1994, ingressou na Marinha do Brasil e, em 2007, começou a publicar seus textos. Nesse mesmo ano, foi certificado como ente cultural, na área de literatura, pela Secretaria de Cultura do Distrito Federal; desenvolveu oficinas de leitura e teve destaque na 5ª Seletiva de Poesias, Contos e Crônicas de Barra Bonita-SP, com a obra Escandalinda, na categoria Consagrados. Em 2008, se destacou no 1º Concurso de Poesias Prêmio Suboficial João Roberto Sobral e, em 2009, lançou o livro Poetizar, além de ter participado do Projeto Literário Delicatta IV, Antologia de Poesias, Contos e Crônicas. Em 2010, teve atuação como palestrante; foi um dos poetas que homenagearam Manuel Bandeira na décima primeira edição do Sarau Videoliteromusical – Poemação, na Biblioteca Nacional de Brasília; e desenvolveu o conceito do livro-jogo com o título: Literatura Lúdica – Manuel Bandeira no Reino de Pasárgada, pela editora Thesaurus (aguardando autorização dos direitos autorais). Para o 2º semestre de 2011, está prevista a publicação de Cancioneiro, sua Antologia mais recente. Finaliza seu romance: Sonhos para liberdade e, outro trabalho em prosa, Manuel, minha Bandeira é a prosa.
Joanyr de Oliveira - Patrono de André Pullig
Nasceu em Aimorés, MG, em 6 de dezembro de 1933. Aos 15 anos já produzia e apresentava programas na Rádio Aimorés. Estudou na Escola Teixeira Soares e no Grupo Escolar Machado de Assis. Em 1944, começa a escrever poemas. Nessa época publica seus primeiros versos, no Jornal do Povo, de Belo Horizonte. Em seguida, ingressa no Ginásio Pan-Americano. Transfere-se com a família para Vitória, em 1949. Na capital espírito-santense, inicia-se no jornalismo e, com artigos sobre folclore e literatura, colabora em A Gazeta. Chegou a Brasília em 1960, procedente do Rio de Janeiro, após aprovação em concurso para Revisor da Imprensa Nacional. No DF foi cronista na Rádio MEC, ao lado de Alphonsus de Guimaraens Filho, Clemente Luz e Afonso Henriques de Guimarães. Manteve colunas literárias no DC-Brasília, edição brasiliense do Diário Carioca e no Correio Braziliense. Organizou a primeira obra literária editada no DF, Poetas de Brasília, em 1962. Iniciou o curso de Letras Brasileiras, na UNB (primeira turma, em 1962) e cursou Direito, na UDF. Candidato a Deputado Constituinte, não se elegeu por problemas de legenda, porém foi o mais votado de sua coligação. Ingressou na Câmara dos Deputados, por concurso, em 1963. Aposentado, em 1988, transferiu-se para o exterior, onde viveu por 6 anos nos Estados Unidos da América. Retornou ao Brasil, em julho de 1994. Participou de entidades culturais. Colaborou em várias antologias e outras publicações, no Brasil e no exterior (Argentina, Canadá, Espanha, EUA, França, Índia, Itália e Portugal). Detentor de mais de trinta destaques em concursos literários. Faleceu em 5 de dezembro de 2009.
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Cristina Bastos
Sou Poeta... Nasci em Uberlândia- MG em 1960. Estou em Brasília desde 1972.
Sou formada em Educação-Artística. Trabalhei como Arte-Terapeuta e Fotógrafa, realizando diversas exposições com o grupo “Ladrões de Alma”.
Escrevo desde os oito anos de idade. Fiz parte da “Geração mimeografo”, com vários poemas publicados em livros de amigos. Participei de diversas antologias, em Brasília e no Brasil. Alguns exemplos: Participação em diversos livros do “Coletivo de Poetas de Brasília. X- XI – XII – “Antologia Poética Helio Pinto Ferreira”, 1996-1997-1998. Participação especial no livro “Intimidades Transvistas”, poemas inspirados no trabalho do artista plástico Valdir Rocha – Editora Escrituras – 1997. Participação na Antologia organizada por Salomão Souza – “Desde Planalto Central” – 2008. Poemas traduzidos para o espanhol e publicados na Revista Espanhola
“EL_PERRO_BLANCO”- 2010.
Em 1992 publiquei meu primeiro livro individual: “Decerto o Deserto” –
Editora Iluminuras. Em 2002 publiquei “Teia” – Editor Massao Ohno.
Tenho me dedicado eternamente aos versos... Meu ofício.
Patrono Antonio Luiz Bastos
1908 – 1970
Meu avô nasceu no estado do Rio de Janeiro em 1908. Estudou em Juiz de Fora, no conceituado Grambery.
Mudou-se para Uberlândia depois de formado, onde se casou com minha avó ,Maria
Da Glória Lomônaco Bastos.
Foi professor do Liceu e torna-se um comerciante bem sucedido.
Silenciosamente retribuiu o seu sucesso à cidade que tão bem o acolheu com ações ligadas à implantação de cursos de nível superior.
Sua paixão eram os livros, principalmente a poesia.
Dono de extensa biblioteca desvendou para mim o mundo da literatura.
Sua biblioteca, aberta para meus olhos de criança, foi meu maior jardim.

Gilma Limongi
Nascida e criada em Manaus, AM, a autora faz parte de uma esdrúxula dinastia de quase quixotes, que há mais de um século, tentam combater os moinhos da indiferença e ignorância, lutando em defesa do verde. Com seus rabiscos poéticos, ela pede passagem nessa árvore genealógica imaginária de documentadas lendas na paisagem amazônica. Por esse esforço, foi premiada em 2010 com o “Prêmio Destaque Cultural” e em 2011, como “Personalidade do Ano” em Brasília, DF e com o “ Prêmio Internacional de Poesia” em Teramo na Itália.
Participou de várias antologias
entre as quais as do Sindicato dos Escritores de Brasília, do qual é membro e da
antologia “Show de Talentos” da REBRA (Rede de Escritoras Brasileiras), lançada
em São Paulo, na Bienal do Livro de 2010 e, na sua versão em francês, no Salon
du Livre em Paris em 2011
Patrono- Djalma da Cunha Batista- O SER E A LENDA
SER ENCANTADOR- O Coronel de Barranco Cazuzinha mudou-se de Tarauacá (AC), após a morte de sua filha Francisca e para Eirunepé (AM), onde desentendeu-se com outro Coronel de Barranco que o expulsou a tiros. Por isso, ele e a família chegaram a Manaus (AM). De lá, Djalma nunca mais saiu (exceto para estudar Medicina na Bahia e várias viagens de representação do Brasil em comissões científicas), e na qual teve ativa participação, fundando sanatórios e hospitais, pois pretendia erradicar a tuberculose, as doenças tropicais e a malária que ceifara tão cedo a vida de seu mãe; durante longos anos esteve na direção do Instituto de Pesquisas da Amazônia (INPA), período em que publicou extensa bibliografia científica. A “revolução” pressionou-o “a desocupar a canoa”, como se referia ao ocorrido. Dedicou-se, então, à fundação da e ao ensino na Universidade do Amazonas (os amazonenses não precisam mais sair para estudar), bem como à vice-presidência e presidência da Academia de Letras do Amazonas. Caminhávamos ate lá. Ele presidia, discursava, recebia novos membros, fazia e promovia conferências, agitava com seu encanto inteligente a vida cultural da cidade. Já misturando saudade, só consigo lembrar da sua voz de poeta, em dias azuis de dourado calor, recitando “nunca morrer num dia assim, de sol assim, de céu assim...”
SER ENCANTADO - Como os personagens das lendas, Djalma Batista encantou-se. Recebeu inúmeras homenagens e condecorações pelo seu trabalho. Gostava de ser chamado amazonólogo, porém muitos apelidaram-no de “o último humanista da Amazônia”. Uma longa avenida leva seu nome, assim como várias descobertas científicas feitas por seus pares e discípulos. Recentemente, consideram-no profeta, justificando o título, ao alegar que desde 1939 até 1976 quando publicou “O Complexo da Amazônia”, ele já alertava sobre “os males do homem perante a geografia”, “a floresta é o eco-sistema a respeitar”, “a fauna está ameaçada”. Acredito não em profecias, mas em observações e comprovações de um cientista que norteou sua passagem pelo planeta na paixão e dedicação à defesa da nossa Amazônia e seus habitantes.

Jô Sampaio
Josefa Martins Lopes Sampaio (Jô), nascida em Itapaci-Go. Filha de José Antônio Martins e Maria Lopes Martins, casada com José Geraldo Moraes Sampaio (falecido).graduada em Letras com especializações em Língua Portuguesa e Literatura Brasileira Contemporânea pela UniEvangélica e PUC de Goiás, Mestre em Literatura e Crítica Literária, também pela PUC de Goiás.
OBRAS:
Contradições – (prosa e verso), 1994 –Gráfica e Editora Porangatu – Nina (2.001) – Gênero Infantil - Gráfica e Editora Valadares-A Trapezista (2.002) – Contos e Crônicas – Gráfica e Editora Valadares-Porangatu-Go-.O Tema Exílio em Gonçalves Dias e Cecília Meireles (2.003) – Gráfica e Editora Valadares-Duelo Atemporal (2.004) – Gráfica e Editora Valadares-Estudos da Poesia de Coelho Vaz (2.005) – Ed.Kelps Mito e Existência no Ócio da Via Sacra – Dissertação – (2.010) – Ed.Kelps
Publicações coletivas em várias antologias, com premiações nos seguintes concursos: IV Prêmio BEG em 1996 na modalidade conto. V Prêmio BEG em 1997 na modalidade Crônica. Concurso Venerando Freitas Borges e Prêmio Wellington Brandão, respectivamente em Goiânia e Belo Horizonte..
É verbete dos livros Estudos Literários de Autores Goianos do Dr.Mário Ribeiro Martins e do Dicionário do Escritor Goiano, do professor José Mendonça Teles.
É membro da Academia Porangatuense de Artes e Letras de Porangatu (APALE) e Docente do Ensino Superior (efetiva) na Universidade Estadual de Goiás- UEG – Unidade de Porangatu, onde já ministrou aulas de várias disciplinas, dentre elas Literatura Brasileira, Literatura Portuguesa, Literatura Inglesa e Norte Americana,Teoria da Literatura, Linguística, Estilística e outras, além de ter exercido as funções de Coordenadora do curso de Letras por cinco anos, Coordenadora do Laboratório de Línguas e Membro da equipe de Avaliação Institucional.
Patrono- João Guimarães Rosa
João Guimarães Rosa nasceu em Cordisburgo (MG) a 27 de junho de 1908 e era o primeiro dos seis filhos de D. Francisca (Chiquitinha) Guimarães Rosa e de Florduardo Pinto Rosa, mais conhecido por "seu Fulô" comerciante, juiz-de-paz, caçador de onças e contador de estórias.
Joãozito, como era chamado, com menos de 7 anos começou a estudar francês sozinho, por conta própria. Somente com a chegada do Frei Canísio Zoetmulder, frade franciscano holandês, em março de 1917, pode iniciar-se no holandês e prosseguir os estudos de francês, agora sob a supervisão daquele frade.
Terminou o curso primário no Grupo Escolar Afonso Pena; em Belo Horizonte, para onde se mudara, antes dos 9 anos, para morar com os avós. Em Cordisburgo fora aluno da Escola Mestre Candinho. Iniciou o curso secundário no Colégio Santo Antônio, em São João del Rei, onde permaneceu por pouco tempo, em regime de internato, visto não ter conseguido adaptar-se — não suportava a comida.
De volta a Belo Horizonte matricula-se no Colégio Arnaldo, de padres alemães e, imediatamente, iniciou o estudo do alemão, que aprendeu em pouco tempo. Era um poliglota, conforme um dia disse a uma prima, estudante, que fora entrevistá-lo:
Em 1925, matricula-se na então denominada Faculdade de Medicina da Universidade de Minas Gerais, com apenas 16 anos. Segundo um colega de turma, Dr. Ismael de Faria, no velório de um estudante vitimado pela febre amarela, em 1926, teria Guimarães Rosa dito a famosa frase: "As pessoas não morrem, ficam encantadas", que seria repetida 41 anos depois por ocasião de sua posse na Academia Brasileira de Letras.
Em 1942, quando o Brasil rompe com a Alemanha, Guimarães Rosa é internado em Baden-Baden, juntamente com outros compatriotas, entre os quais se encontrava o pintor pernambucano Cícero Dias, Ficam retidos durante 4 meses e são libertados em troca de diplomatas alemães. Retornando ao Brasil, após rápida passagem pelo Rio de Janeiro, o escritor segue para Bogotá, como Secretário da Embaixada, lá permanecendo até 1944. Sua estada na capital colombiana, fundada em 1538 e situada a uma altitude de 2.600 m, inspirou-lhe o conto Páramo, de cunho autobiográfico, que faz parte do livro póstumo Estas Estórias. O conto se refere à experiência de "morte parcial" vivida pelo protagonista (provavelmente o próprio autor), experiência essa induzida pela solidão, pela saudade dos seus, pelo frio, pela umidade e particularmente pela asfixia resultante da rarefação do ar (soroche – o mal das alturas).
Em dezembro de 1945 o escritor retornou ao Brasil depois de longa ausência. Dirigiu-se, inicialmente, à Fazenda Três Barras, em Paraopeba, berço da família Guimarães, então pertencente a seu amigo Dr. Pedro Barbosa e, depois, a cavalo, rumou para Cordisburgo, onde se hospedou no tradicional Argentina Hotel, mais conhecido por Hotel da Nhatina.
E
A partir de 1958, o autor começa a apresentar problemas de saúde e estes seriam, na verdade, o prenúncio do fim próximo, tanto mais quanto, além da hipertensão arterial, o paciente reunia outros fatores de risco cardiovascular como excesso de peso, vida sedentária e, particularmente, o tabagismo. Era um tabagista contumaz e embora afirme ter abandonado o hábito, em carta dirigida ao amigo Paulo Dantas em dezembro de 1957, na foto tirada em 1966, quando recebia do governador Israel Pinheiro a Medalha da Inconfidência, aparece com um cigarro na mão esquerda. A propósito, na referida carta, o escritor chega mesmo a admitir, explicitamente, sua dependência da nicotina:
Em 1967, João Guimarães Rosa seria indicado para o prêmio Nobel de Literatura. A indicação, iniciativa dos seus editores alemães, franceses e italianos, foi barrada pela morte do escritor. A obra do brasileiro havia alcançado esferas talvez até hoje desconhecidas. Quando morreu tinha 59 anos. Tinha-se dedicado à medicina, à diplomacia, e, fundamentalmente às suas crenças, descritas em sua obra literária. Fenômeno da literatura brasileira, Rosa começou a publicar aos 38 anos. O autor, com seus experimentos lingüísticos, sua técnica, seu mundo ficcional, renovou o romance brasileiro, concedendo-lhe caminhos até então inéditos. Sua obra se impôs não apenas no Brasil, mas alcançou o mundo.

Marcos Freitas
Marcos Freitas nasceu em Teresina, Piauí. Tem pós-graduação em Engenharia Civil na Universität Hannover (1995). Mestrado em Engenharia Civil (UFC, 1991). Graduação em Engenharia Civil (UFPI, 1985). Especialista em Recursos Hídricos da Agência Nacional de Águas - ANA, desde 2001. Professor Universitário, desde 1990 (atualmente licenciado). Consultor em Recursos Hídricos e Meio Ambiente (1985-2000). Coordenador e professor de diversos cursos de pós-graduação (Engenharia de Software; Gestão de Recursos Hídricos; Gestão Ambiental). Publicou mais de 100 publicações técnico-científicas em periódicos e anais de simpósios nacionais e internacionais e mais de 50 livros e capítulos de livros, técnicos e de literatura, em autoria e co-autoria, em 6 idiomas. Poeta. Contista. Letrista. Filiado à Associação Nacional de Escritores - ANE e à União Brasileira de Escritores - UBE. Na área de literatura, publicou os livros: A Vida Sente a Si Mesma (2003); A Terceira Margem Sem Rio (2004); Moro do Lado de Dentro (2006); Quase um Dia (2006); Na Curva de um Rio, Mungubas (2006); Raia-me Fundo o Sonho Tua Fala (2007); Marcos Freitas – Micro-Antologia (2008); Staub und Schotter: der Wind des Frühlings und die Brise des Herbstes (2008); Urdidura de Sonhos e Assombros (2010) e Inquietudes de Horas y Flores (Edição Bilíngue - espanhol-português, 2011). Na área técnica-científica, os livros: Neurocomputação Aplicada (1998); A Regulação dos Recursos Hídricos: estado e esfera pública na gestão de recursos hídricos: análise do modelo atual brasileiro, críticas e proposições (2009) e Que Venha a Seca: modelos para gestão de recursos hídricos em regiões semiáridas (2010).
Contato: mfreitas_pi@yahoo.com.br
Blogs:
www.emversoeprosa.blogspot.com e
www.poemacao.blogspot.com
Patrono-Benedito da Rocha Freitas Filho
FREITAS FILHO, Benedito da Rocha – nasceu em 05-04-1929, em Floriano, Piauí. Filho de Benedito da Rocha Freitas e Maria Otília de Freitas Rocha. Cursou o antigo primário e ginásio no “Ginásio Santa Teresinha” (Floriano) e o científico no Liceu Piauiense (Teresina). Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito do Piauí, na turma de 1959. Participou de vários cursos, dentre os quais, o de Comunicação e Relações Humanas, promovido pela Faculdade de Filosofia do Piauí. Exerceu vários cargos e funções públicas, destacando-se o de Secretário Tesoureiro da Faculdade Católica de Filosofia do Piauí, de Técnico de Controle Externo do Tribunal de Contas da União (1964-1989) e o de professor de Contabilidade Pública da Escola Técnica de Comércio do Piauí e da Escola de Aperfeiçoamento dos Correios e Telégrafos. Bibliografia: “História da Faculdade Católica de Filosofia do Piauí” (2003); “Faculdade de Direito do Piauí – 25 Anos de Sua História” (2003); “Lembranças de um Passado Remoto” (2004); “Poesias e Recordações” (2011; no prelo); “Genealogia dos Freitas” (2011; no prelo).

Raúl Larrosa
Raúl Ernesto Larrosa Ballesta, nasceu em Batlle y Ordoñez, departamento de Lavalleja, Uruguai, em 24 de outubro de 1962.
É jornalista, escritor, tradutor e educador.
Contador de Histórias – Representou o Uruguai no Festival Internacional de Santiago do Chile: Festival Internacional de Cuenta Cuentos, 2006.
Co-fundador da livraria virtual: www.alvoradadelivros.com.br
Publicações: Cuentos con Vino y Queso, contos em espanhol, (em parceria com Gacy Simas), 2006; 2 Dedos de Prosa, contos em português, 2007; Laberinto de Ideas, contos e poesias, em espanhol, 2008; Mosaico, contos e poemas (em parceria com Gacy Simas), 2009;
Organizador: Del Cerro a la Estación , Antologia de contos e poema, 2010,
(escritores uruguaios), Editado no Uruguai.
Partono Paulo Freure
Paulo Régis Neves Freire, educador pernambucano, nasceu em 19/9/1921 na cidade do Recife. Foi alfabetizado pela mãe, que o ensina a escrever com pequenos galhos de árvore no quintal da casa da família. Com 10 anos de idade, a família mudou para a cidade de Jaboatão.
Biografia
Na adolescência começou a desenvolver um grande interesse pela língua portuguesa. Com 22 anos de idade, Paulo Freire começa a estudar Direito na Faculdade de Direito do Recife. Enquanto cursava a faculdade de direito, casou-se com a professora primária Elza Maia Costa Oliveira. Com a esposa, tem teve cinco filhos e começou a lecionar no Colégio Oswaldo Cruz em Recife.
No ano de 1947 foi contratado para dirigir o departamento de educação e cultura do Sesi, onde entra em contato com a alfabetização de adultos. Em 1958 participa de um congresso educacional na cidade do Rio de Janeiro. Neste congresso, apresenta um trabalho importante sobre educação e princípios de alfabetização. De acordo com suas idéias, a alfabetização de adultos deve estar diretamente relacionada ao cotidiano do trabalhador. Desta forma, o adulto deve conhecer sua realidade para poder inserir-se de forma crítica e atuante na vida social e política.
No começo de 1964, foi convidado pelo presidente João Goulart para coordenar o Programa Nacional de Alfabetização. Logo após o golpe militar, o método de alfabetização de Paulo Freire foi considerado uma ameaça à ordem, pelos militares.Viveu no exílio no Chile e na Suíça, onde continuou produzindo conhecimento na área de educação. Sua principal obra, Pedagogia do Oprimido, foi lançada em 1969. Nela, Paulo Freire detalha seu método de alfabetização de adultos. Retornou ao Brasil no ano de 1979, após a Lei da Anistia.
Durante a prefeitura de Luiza Erundina, em São Paulo, exerceu o cargo de secretário municipal da Educação. Depois deste importante cargo, onde realizou um belo trabalho, começou a assessorar projetos culturais na América Latina e África. Morreu na cidade de São Paulo, de infarto, em 2/5/1997.

Ozaina Barros
Ozaina Barros Cruzeiro, nascida em Paracatu-MG, educadora, licenciada em Letras PortuguêS/espanhol e com especializações em Jornalismo Literário, Gramática Avançada, Produção de Texto e Revisão. É autora da obra literária CONTOS DE ESPERANÇA INFINITA – Extraídos da história real de sua mãe. Há mais de dez anos atua, no mercado brasiliense, com destaque em organização de eventos, nas esferas públicas, corporativas e sociais, propondo serviços inovadores, de qualidade e estilo. É profissional em Cerimonial, Etiqueta e Consultoria Pessoal. Cerimonialista filiada ao CNCP – Conselho Nacional de Cerimonial Público e colunista em Etiqueta e Protocolo para festas, da Revista Festa Fashion.
Patrono- Gabriel García Marquez-
Gabriel
García Marquez (1928), escritor colombiano universalmente reconhecido, recebendo
em 1982 o Prémio Nobel da Literatura. Gabriel Marques foi o criador do realismo
mágico na literatura latino-americana.
Nasceu em Aracataca (Colômbia) em 6 de março de 1928. Jornalista na sua
juventude, vivendo durante vários anos na França, Espanha e México. Estudou
cinematografia na Itália.
Iniciou sua carreira literária com a publicação de contos, nestas obras já
estava presente o mundo fantástico que caracteriza toda a sua obra.
Muda-se para a Cidade do México em 1960, onde publica seu primeiro livro de
ficção, Ninguém Escreve ao Coronel. Em 1967 publica o seu seu romance mais
conhecido e consagrado Cem Anos de Solidão (1967), exemplo único do estilo a
partir de então denominado Realismo Fantástico.
García Márquez é o autor de Crônica de uma Morte Anunciada (1981), O Amor nos
Tempos do Cólera (1985), O General em Seu Labirinto (1989) e Notícias de um
Seqüestro (1996), entre outros livros de ficção, memória e reportagem

Adriana Albuquerque
Adriana
Albuquerque nasceu em Fortaleza/CE, em 24 de outubro de 1969. Filha de Francisco
Rodrigues Albuquerque e Solange Rodrigues Albuquerque é a décima filha do casal
de cearenses que optou sair do interior para capital com o objetivo de
proporcionar aos filhos um estudo de maior qualidade.
Adriana é especialista pela UNB – Universidade de Brasília em Psicometira/Recursos Humanos, MBA em Gestão de Pessoas pela UDF, graduada em Psicologia pela UFC – Universidade Federal do Ceará, escritora, palestrante, conferencista em congressos nacionais e internacionais, consultora organizacional, Coach com certificação internacional pela SBC – Sociedade Brasileira de Coaching / licenciada pelo BCI – Behavioral Coaching Institute e pelo ICC - Internacional Coaching Council, professora de pós-graduação em Gestão de projetos, Gestão de pessoas e Gestão empresarial, possui formação em Tanatologia pela Universidade Holística de Brasília – UNIPAZ e pelo Instituto Dale Carnegie Training - Líder Mundial em Treinamentos Empresariais no curso Despertando Talentos - Relações Humanas e Comunicação Eficaz. Instrutora e palestrante do SEBRAE, SENAI, SENAC, FIBRA, IEL, no segmento treinamento empresarial desenvolvendo temas voltados para a área motivacional, comportamental e de saúde emocional em diversas empresas do setor público e privado em todo o Brasil. Conteudista e coordenadora de projetos e programas de treinamento & desenvolvimento para órgãos públicos e empresas privadas. Presidente e sócia-proprietária da Inovação Training Consultoria & Assessoria LTDA. Escritora do livro: "O poder de um sonho - Planejamento estratégico pessoal e profissional" com co-autoria de Ana Poly Vanderlei, sua sócia e administradora de empresas. Tem como diferencial no seu trabalho falar sobre temas atuais com uma metodologia diferenciada baseada nos pilares: motivação, informação, humor, reflexão e resultado com avaliações de excelência.
Patrono - Rachel de Queiroz
Nasceu em Fortaleza - CE, no dia 17 de novembro de 1910, filha de Daniel de Queiroz e de Clotilde Franklin de Queiroz, descendendo, pelo lado materno, da estirpe dos Alencar (sua bisavó materna — "dona Miliquinha" — era prima José de Alencar, autor de "O Guarani"), e, pelo lado paterno, dos Queiroz, família de raízes profundamente lançadas em Quixadá, onde residiam e seu pai era Juiz de Direito nessa época.
Em 1913, voltam a Fortaleza, face à nomeação de seu pai para o cargo de promotor. Após um ano no cargo, ele pede demissão e vai lecionar Geografia no Liceu. Dedica-se pessoalmente à educação de Rachel, ensinando-a a ler, cavalgar e a nadar. As cinco anos a escritora leu "Ubirajara", de José de Alencar, "obviamente sem entender nada", como gosta de frisar.
Fugindo dos horrores da seca de 1915, em julho de 1917 transfere-se com sua família para o Rio de Janeiro, fato esse que seria mais tarde aproveitado pela escritora como tema de seu livro de estréia, "O Quinze".
Em 1926, nasce sua irmã caçula, Maria Luiza. Os outros irmãos eram Roberto, Flávio e Luciano, já falecidos).
Com o pseudônimo de "Rita de Queluz" ela envia ao jornal "O Ceará", em 1927, uma carta ironizando o concurso "Rainha dos Estudantes", promovido por aquela publicação. O diretor do jornal, Júlio Ibiapina, amigo de seu pai, diante do sucesso da carta a convida para colaborar com o veículo. Três anos depois, ironicamente, quando exercia as funções de professora substituta de História no colégio onde havia se formado, Rachel foi eleita a "Rainha dos Estudantes". Com a presença do Governador do Estado, a festa da coroação tinha andamento quando chega a notícia do assassinato de João Pessoa. Joga a coroa no chão e deixa às pressas o local, com uma única explicação "Sou repórter".

Márcio BontempoMarcio Bontempo é médico, especialista em saúde pública, pós
graduado em nutrologia, palestrante e autor de 63 obras. Há mais de 30 anos
divulga recursos naturais na restauração e manutenção da saúde.
*Foi o primeiro médico brasileiro a denunciar os perigos dos agrotóxicos e dos
aditivos artificiais nos alimentos, em seu polêmico livro Relatório Orion,
publicado com grande sucesso pela LP&M Editores em 1985.
Patrono- Dr. Ulisses Riedel de Resende
advogado, ex-senador, presidente da União Planetária e imortal, acadêmico pela
Academia Brasiliense de Letras .

Palmerinda Donato
Palmerinda Donato nasceu em ANTA, Município de Sapucaia, num domingo 30 de Agosto.
Foi interna no Colégio Bennett, no Rio de Janeiro por 7 anos.
Formou-se em Farmácia no ano de 1953 pela Universidade do Brasil, tendo recebido MEDALHA DE OURO por ter sido a primeira aluna da turma.
Casou-se em 1954.
Em 1955 conheceu dona SARAH KUBITSCHEK num salão de beleza e passou a assessorá-la em campanha.Acompanhou dona Sarah e JK du-
rante a campanha, govêrno, exílio e foi com eles até a morte de ambos.
E CONSELHEIRA do Memorial JK.
Presidente Emérita da ALMUB -
ACADEMIA DE LETRAS E MUSICA DO BRASIL.
Presidente da Academia Internacional de Cultura desde 11 de fevereiro de 1997.
Membro da Academia Internacional de LUTÈCE - Paris.
Membro do IHG/DF
Cidadã Honorária de Brasília
Cidadã Honorária da cidade do Rio de Janeiro.
Mulher-Cidadã Bertha Lutz do Senado Federal ( 2005 )
Medalha do Mérito JK do Estado de
Minas Gerais, recebida em Diamantina, das mãos do Governador Aécio Neves.
Medalha de COMENDADORA da Ordem do Mérito Militar (2009 )
Medalha Mérito Tamandaré da Ma-
rinha do Brasil.
Patrono Rui Barbosa
Rui Barbosa de Oliveira[1] (Salvador, 5 de novembro de 1849 — Petrópolis, 1 de março de 1923) foi um jurista, político, diplomata, escritor, filólogo, tradutor e orador brasileiro.
Um dos intelectuais mais brilhantes do seu tempo, foi um dos organizadores da República e coautor da constituição da Primeira República juntamente com Prudente de Morais. Rui Barbosa atuou na defesa do federalismo, do abolicionismo e na promoção dos direitos e garantias individuais. Primeiro Ministro da Fazenda do novo regime, marcou sua breve e discutida gestão pelas reformas modernizadoras da economia. Destacou-se, também, como jornalista e advogado.
Foi deputado, senador, ministro. Em duas ocasiões, foi candidato à Presidência da República. Empreendeu a Campanha Civilista contra o candidato militar Hermes da Fonseca. Notável orador e estudioso da língua portuguesa, foi nomeado presidente da Academia Brasileira de Letras, sucedendo a Machado de Assis.
Como delegado do Brasil na II Conferência da Paz, em Haia (1907), notabilizou-se pela defesa do princípio da igualdade dos Estados. Sua atuação nessa conferência lhe rendeu o apelido de "A Águia de Haia". Teve papel decisivo na entrada do Brasil na I Guerra Mundial. Já no final de sua vida, foi indicado para ser juiz da Corte Internacional de Haia, um cargo de enorme prestígio, que recusou.

Nazareth Tunholi
A escritora NAZARETH TUNHOLI é jornalista, graduada em Língua Portuguesa e em Jornalismo. Possui quatro livros publicados (“Transparência”, “O Voo da Águia”, “Revelações” e “Livro de Ouro Brasília 50 Anos”, este em parceria com Palmerinda Donato).Natural de São Mateus – ES, desde 1984 vive em Brasília, onde fez carreira e aposentou-se como Assessora na Direção Geral do Banco do Brasil. É autora do ensaio filosófico “Considerações Básicas para a Ética na Literatura”, premiado na França, pela Academie Iternationale de Lutèce.Hoje, Nazareth Tunholi é vice-presidente da Academia de Letras e Música do Brasil e presidente do Conselho Consultivo da Academia Internacional de Cultura. É produtora do evento anual “Brasília Poesia em Cores”, para celebrar o aniversário da Capital Brasileira.Defensora do meio ambiente, Nazareth Tunholi é autora do “Planeta Vida”, um convite à reflexão e ao amor ao habitat em que vivemos, e a todos os seus recursos vivificadores.
Patrono-Carlos Drumond de
Andrade
Nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de 1902. De
uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade de Belo Horizonte e
com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por
"insubordinação mental". De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de
escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos
locais do incipiente movimento modernista mineiro.
Ante a insistência familiar para que obtivesse um diploma, formou-se em farmácia
na cidade de Ouro Preto em 1925. Fundou com outros escritores A Revista,
que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em
Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de
Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação,
até 1945. Passou depois a trabalhar no Serviço do Patrimônio Histórico e
Artístico Nacional e se aposentou em 1962. Desde 1954 colaborou como cronista no
Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, no Jornal do Brasil.
O modernismo não chega a ser dominante nem mesmo nos primeiros livros de
Drummond, Alguma poesia (1930) e Brejo das almas (1934),
em que o poema-piada e a descontração sintática pareceriam revelar o contrário.
A dominante é a individualidade do autor, poeta da ordem e da consolidação,
ainda que sempre, e fecundamente, contraditórias. Torturado pelo passado,
assombrado com o futuro, ele se detém num presente dilacerado por este e por
aquele, testemunha lúcida de si mesmo e do transcurso dos homens, de um ponto de
vista melancólico e cético. Mas, enquanto ironiza os costumes e a sociedade,
asperamente satírico em seu amargor e desencanto, entrega-se com empenho e
requinte construtivo à comunicação estética desse modo de ser e estar.
Vem daí o rigor, que beira a obsessão. O poeta trabalha sobretudo com o tempo,
em sua cintilação cotidiana e subjetiva, no que destila do corrosivo. Em
Sentimento do mundo (1940), em José (1942) e sobretudo em A
rosa do povo (1945), Drummond lançou-se ao encontro da história
contemporânea e da experiência coletiva, participando, solidarizando-se social e
politicamente, descobrindo na luta a explicitação de sua mais íntima apreensão
para com a vida como um todo. A surpreendente sucessão de obras-primas, nesses
livros, indica a plena maturidade do poeta, mantida sempre.
Várias obras do poeta foram traduzidas para o espanhol, inglês, francês,
italiano, alemão, sueco, tcheco e outras línguas. Drummond foi
seguramente, por muitas décadas, o poeta mais influente da literatura brasileira
em seu tempo, tendo também publicado diversos livros em prosa.
Em mão contrária traduziu os seguintes autores estrangeiros: Balzac (Les Paysans,
1845; Os camponeses), Choderlos de Laclos (Les Liaisons dangereuses, 1782; As
relações perigosas), Marcel Proust (La Fugitive, 1925; A fugitiva), García Lorca
(Doña Rosita, la soltera o el lenguaje de las flores, 1935; Dona Rosita, a
solteira), François Mauriac (Thérèse Desqueyroux, 1927; Uma gota de veneno) e
Molière (Les Fourberies de Scapin, 1677; Artimanhas de Scapino).
Alvo de admiração irrestrita, tanto pela obra quanto pelo seu comportamento como
escritor, Carlos Drummond de Andrade morreu no Rio de Janeiro RJ, no dia
17 de agosto de 1987, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista
Maria Julieta Drummond de Andrade.