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Eu não sei acerca da morte das coisas Sempre quando estou fora como um morto-vivo A vastidâo dos oceanos invade minha alma inerte] E assim caminho no escuro furando os olhos Para longe de todas as coisas neste nada Que me devora como se fosse arrancar o que resta destas horas insanas/ Subo e desço escadas e nada encontro Por aí como se não mais fosse nem sequer o princípio do fim
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