
Poemas
Daniel Fiuza Pequeno
A Bela e o Pânico
28/07/2000
Quando
te vi elegante e rara, um elo magnético
Em
barroco cálice, se perpetuou em
distintos
Pensamentos.....
Uma
imagem sinuosa,
em fulgor encancantador,
Se
formou com ênfase
emocional, o impossível
Sentimento.
O
dogmático homem vislumbrando a deusa,
Na
camuflagem magnética
e colossal, o inatingível e maravilhoso.
Num
bailado frenético abragente, desperta a dádiva
Do
pecado, o afã compete censurável em conflitos
Perigosos.
A
âncora belicosa
afunda, em excesso de contradição,
Adornando
a mente clausta, em cisma pragmático e
Complacente.
Desempenhando
o papel emocional, em analogia mítica,
O
encantamento místico da sensível dama intocável
Comovente.
Afagos
metafísicos, carinhos cósmicos, em surrealísticos
Deslumbramentos,
suspiros empíricos , em periclitantes segredos.
Fulgor
maquiavélico, um drama medierval em profusão,
A
magia em curvas perfumadas , me excitava tenebroso medo.