
Poemas
Daniel Fiuza Pequeno
Como Uma Deusa
15/12/2000
Te
vi como uma musa de renoir, pela manhã,
Mais
esbelta, mas com a mesma sensibilidade,
Diva
de toulouse-lautrec, “mulher nua num divã”,
Estremo
de mulher, deusa linda de sensualidade.
Nua
na cama, uma pintura do clássico primitivo,
A
suave pele branca, pelo calor do sol escurecida,
Deixando
marcas, antes sensualmente escondidas,
Causando
uma visão de alto poder de erotismo.
Teus
olhos verdes, cristais faiscantes encantados,
Na
captura do prazer, um espelho que procura,
Atirando
lanças que perfura, um convite ao pecado,
Nenhum
homem resiste, a esta magia de loucura.
Todo
teu corpo é um templo de amor encomendado,
Delicias
sinuosas, de perfeição e paixão estimulado,
A
simples visão do teu semblante, provoca calafrios,
Beber
na fonte,
um privilegio, sortilégios, arrepios.
Morrer
de prazer no teu alta, teus seios escalando,
Bebendo
teu suor, sentindo sua transformação,
Todos
os sabores e cheiros do teu corpo, provando,
A
deusa e o discípulo, grande erotismo, explosão.