
Poemas
Eustáquio Mário Ribeiro Braga
Veneno do Mundo
21/12/2000
Esmagam
os dentes
Línguas soltas
Corais, cascavéis e serpentes.
Cobras mortas
Vestem
togas, túnicas e grifes fina pobre mortal sem reino.
A cada crítica um cruel e letal veneno
O antídoto natural
É o veneno do mesmo animal
Depois
de passado o susto
Sonetos fazem subir o moral
Do ocidente ao oriente [nascente e poente noite e dia]
Chocalho
guardado de lembrança
Vestida será a couraça de pele de onça
Em poemas quentes “Skol ou Brahma”
[Tanto faz ambas descem redondo e o veneno vai para outra cobra]
THA©KYN