


I Bienal
Internacional de Poesia / 27ª Feira do Livro de Brasília.
Por
Vânia Moreira Diniz
Bienal é sempre um evento maravilhoso no mundo cultural. O resultado de tantos esforços e do amor às artes, literatura que estarão expostas para o público causando emoção aos autores e curiosidade aos amantes do talento cultural.
Nesse momento parece que toda a cidade se concentra neste acontecimento fascinante realizando muitos sonhos na exposição dos stands, palestras e debates que se realizam nos espaços culturais.
A primeira Bienal Internacional de Brasília e a 27ª feira dos livros em 2008 foi um acontecimento especial , emocionante e marcante para a história da capital da república, que ficaram marcados para sempre na memória de quantos estiveram presentes.
Na primeira Bienal realizada na capital da república dentro da 27ª Feira de Brasília, fui homenageada no dia 07 de setembro de 2008, ao receber a medalha de ouro e o certificado da InBrasCi - Instituto Brasileiro de Culturas Internacionais, o que muito me sensibilizou não só pelo fato em si mesmo como pela extremo amor com que foi ofertada.
A Escritora e Poeta Vânia Diniz Apresentando o Certificado e a Medalha de
Ouro
Recebendo essa honraria com grande emoção, um reconhecimento de um trabalho que realizo com paixão, fiquei encantada de estar ali com colegas, talentosos e brilhantes escritores e artistas, meus pares, cuja obra admiro profundamente que também recebiam essa terna homenagem, indescritível em sua emoção e pude captar um sentimento em comum: ternura inexaurível por esse dia especial.
Realmente a união, primeiro passo para a paz, harmonia e felicidade do mundo estava ali simbolizada pelos escritores, artistas e todas as pessoas que congregavam aquele evento e que recebiam de mãos amorosas um carinho inesquecível.
Emoção aos pares já que o Professor Paulo Diniz também foi homenageado recebendo a medalha de prata e o certificado. Como eu disse, um dia peculiar e esse texto se estende a todos que receberam o símbolo de tão expressivo reconhecimento. A todos o meu carinho.
Vânia Diniz recebendo a medalha de ouro e a
Presidente do InBrasCi e o escritor Gustavo Dourado
Tivemos o Coral maravilhoso apresentado pelo poeta-músico Nestor Hirjner e seu fantástico grupo que entusiasmou a todos os presentes e provocou palmas plenas de admiração.
Coral muito aplaudido de Nestor Hirjner e seu
grupo
O escritor e Poeta , a quem eu chamo de Rei do Cordel por sua competência nessa arte, recebeu o título de Governador da InBrasCi no DF. Com muita justiça pelo seu trabalho maravilhoso. E coordenou magnificamente o evento que foi precedida por sua sempre maravilhosa palestra, dessa vez com o tema apaixonante do Cordel.
A mesa composta de autoridades entre os quais a nossa Presidente do Sindicato dos Escritores, a competente e dedicada Meireluce Fernandes, todos homenageados condignamente.
Muita gente fantástica ali reunida como a querida Stella Rodopoulos, a patronesse da Feira do livro que mereceu ser tão votada por sua arte, generosidade e extrema simplicidade mesmo com o talento que Deus lhe deu. Um encanto!
Desejo que seja lembrado com afeto a minha amiga Maria Félix, esposa do nosso brilhante cordelista Gustavo Dourado e que faz da suavidade a fortaleza para se desdobrar na luta também pela literatura e os dois filhos do casal sempre admiráveis.
Não posso esquecer a nossa Embaixadora do Brasil dos Poetas Del mundo, a Poeta Delasniève Daspet, embora tivesse viajado na véspera, cumprida sua missão aqui em Brasília. Tive a honra de conhecê-la pessoalmente já que sempre a admirei persistentemente nesses anos todos em que nos comunicávamos virtualmente. Ali vimos ser empossada por Marilza Albuquerque, Presidente da InBrasCI como Governadora, representante de Mato Grosso do Sul nesse competente Instituto.
No dia anterior, na Bienal, os Escritores
e Poetas Vânia
Diniz, Gustavo Dourado e
a
Embaixadora do Brasil nos Poetas del Mundo Delasniève Daspet
Realmente nossas longas e fascinantes conversas, a proximidade de poder olhar-nos nos olhos no momento em que conversávamos, a vibração de trocarmos idéias no ambiente deslumbrante da Bienal e também sentada à mesa do restaurante, o que sempre me é agradável e lúdico, foi algo realmente que não esquecerei. Delasniève é uma mulher incrível e sua preocupação com a paz e harmonia do mundo fez-me acreditar que tudo que sonhamos ainda tem sentido.
O que desejo comentar nesse momento é sobre Marilza de Castro a Presidente dessa entidade que se dedica laboriosamente à cultura nacional e Internacional: InBrasCI. Conhecia Marilza há bastante tempo virtualmente e ficava encantada com seu trabalho, dinamismo, dedicação, competência e extremo espírito de reconhecimento àqueles que se dedicam à cultura e à literatura, ela mesma maravilhosa poeta cujas produções são de extrema beleza e sensibilidade.
Prof. Paulo Diniz, Vânia Diniz e a Presidente
da InBrasCi, Marilza Albuquerque
Mas agora conhecendo-a pessoalmente minha admiração cresceu porque pude não só confirmar tudo que já sabia mas acrescer em minhas sensações seu carisma e capacidade de trabalho em prol de outras pessoas e realmente impressionante. É aquele carinho, preocupação pelo “outro” que dificilmente se vê nos dias conturbados do mundo atual.
A impressão que me dá é que não se cansa nunca tal o amor que oferece, incentivando a cultura não só do nosso país, mas também do mundo e impulsionando as pessoas em geral, especialmente escritores, poetas, artistas na realização de seus sonhos e ideais.
Escritora e Poeta Vânia Diniz agradecendo a
homenagem, a medalha e o certificado
A chegada de Marilza Albuquerque de Castro à capital do Brasil trouxe uma luz radiante, principalmente porque através do brilho de seus olhos sempre expressivos, pudemos constatar o quanto o amor universal ainda pode colorir a vida e a humanidade.
E isso ela faz por amor, sem recompensas a não ser aquela que mais parece amar: A alegria do sentir a emoção de quem está próximo ou mesmo longe, mas que anseia por um planeta mais humano, compreensivo, e unido.
O Prof. Paulo Diniz recebendo a Medalha de
Prata
É justamente isso que precisamos e ali vendo-a trabalhar com alegria e sem nem um resquício de cansaço com a vibração constante que emana de sua alma e recitando ao fim da cerimônia uma homenagem a Brasília que em meio a tantos afazeres ela tinha composto durante o dia, só me restava deixar que um enorme carinho tatuasse meu coração para sempre sem possibilidade de jamais se apagar.
Muito obrigada, pela homenagem nos dias de hoje tão cheios de egoísmo e individualismo, obrigada por serem todos vocês e especialmente A InBrasCi representada pela adorável Marilza um exemplo de altruísmo e uma oferta da preciosidade de sentimentos contidas na linda medalha e certificado que recebemos.
Dia memorável!

Leon Szklarowsky, Marilza Albuquerque,
Gustavo Dourado, Vânia Moreira Diniz, Paulo Diniz, Meiriluce Fernandes,
Paccelli Zahler e o jovem poeta Dourado
09-09-2008