Filosofia - Colaboradores
(coordenado Por Virgínia Fulber)
e com a colaboração de autores convidados.

Filosofia: incentivo aos porquês
Mariah de Olivieri

Filosofar é um ofício tortuoso. Formular perguntas, para as quais muitas vezes não deparamos revide satisfatório, é condição sine quanon de incentivo ao questionamento, estimulando o indivíduo à busca por respostas.

        
A arte da investigação deve ser cultivada no cotidiano, instigando à reflexão, abrindo espaço para o inusitado, propiciando ao indivíduo à posição de protagonista do esclarecimento. Esse recurso pode e deve ser um instrumento, uma ferramenta quotidiana de aprendizagem, propiciando vivências significativas, caminhos a serem trilhados.

        
Chacoalhar convicções possui um sabor para além do visível. Ser surpreendido pelo novo – mesmo que isso pareça navegar contra a corrente do senso comum, agrega sabor e torna atraentes temas considerados complexos e inalcançáveis. De remédio amargo, a filosofia se transmutou em assunto que desperta interesse nas mais diversificadas classes pensantes.

        
Em um universo de valores em transformação e de crise das grandes teorias totalizantes, há um litígio cada vez maior pela reflexão filosófica. A filosofia não carece ser hermética ou aborrecida. Pode vir acondicionada por grandes descobertas, que propiciarão deliciosas revoluções, fornecendo matéria prima para aprimorar o cotidiano das idéias; pois não há nada na reflexão humana que não deva ser objeto de investigação, para a honesta e profunda compreensão da sobrevivência humana: aticemos nossa curiosidade!

Mariah de Olivieri - É Bacharel em Comunicação Social, Mestre em Filosofia e  Terapeuta-Especialista em Essências Florais. Mantém uma coluna mensal no Jornal Varanda Cultural – Porto Alegre.

Participa do Núcleo de Estudo, Pesquisa e extensão em Educação Estética Onírica – NUPEEO na FURG, em Rio Grande , trabalhando a linha de pesquisa Educação estética onírica no despertar dos sonhadores.


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