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O instinto de agressividade é
natural entre os seres vivos. A violência contra outros dos
quais depende a manutenção da vida do agressor, à busca de
elementos e alimentos que lhe sustentem a vida, pelo estímulo do
instinto de conservação pessoal.
Aqui observamos a atividade da
ameba, o ser vivo rudimentar que, diante de algum elemento que
lhe sirva de nutrição o engloba em sua massa citoplasmática e o
digere.
Os animais em geral, diante de
elementos ou presas que lhes sirvam de nutrição, impulsionados
pelo instinto de conservação pessoal, na alimentação, atacam ou
agridem.
Nos seres vivos de formação
estrutural mais complexa, também a agressão se manifesta na
disputa da fêmea, obedecendo ao impulso do instinto de
conservação da espécie e nos animais gregários esta manifestação
agressiva se manifesta no instinto do domínio territorial e
instinto de hierarquia.
A partir do instinto de
agressividade vamos encontrar em grau maior a manifestação da
violência, esta consciente e planejada, própria dos seres
capazes de possuir maior grau de memória, de imaginações e
capacidade de querer, de domínio pela força ou pela sagacidade,
entre animais desenvolvidos no sistema nervoso.
Estes tipos de violência vamos
encontrar na violência predatória, violência sádica, violência
de conquista, violência de mando, violência de capitalismo,
violência de comunicação, violência recreativa e, mesmo esta,
pela manifestação do instinto de hierarquia e de domínio
territorial perde os característicos de vivência harmônica e
congraçamento para receber o domínio do capitalismo, pois no
campo profissional as violências recreativas se tornam disputas
de poder e ou lucros ou, por outro lado, de afirmação de
bandeiras ou afirmações territoriais, quando não de interesse de
governos, estados ou países, muito próprias nas disputas
aparentemente recreativas das disputas internacionais como no
futebol
Teremos de encarar a violência
de reação que tem por finalidade reagir para conservar a
liberdade, a vida, a propriedade a dignidade embora o interesse
seja o de preservar.
Se entrarmos no terreno dos
desequilibreis mentais vamos encontrar tipos de violências de
patologias paranóicas ou de desequilíbrios de depressivos ou
mesmo de obsessivos que não medem as finalidades globais ou
societárias, nem mesmo a própria promoção, mas são guiados por
forças compulsórias que apenas desejam as violências que podem
ser físicas, morais ou culturais.
Dentro deste característico
vamos encontrar os seqüestradores, os latrocidas, os que muitas
vezes praticam atos nem mesmo para lucros financeiros ou de
poder social, mas para satisfação das forças sádicas que os
dominam.
Alem dos tipos políticos que
buscando o poder grupal ou social buscam para mandar e dominar
mesmo com o sacrifício dos opositores ou dos que sugerem fácies
ou maneiras antipáticas ou mesmo possíveis ou imaginados
opositores.
Ditadores, e nenhuma ditadura se
estabelece sem que haja sacrifícios de muitos, para que o
domínio do ditador seja o mais possível estável, domínio nem
sempre para o bem coletivo, mas para a satisfação sádica daquele
que domina.
Dentro deste capítulo da
paranóia sádica, que se faz agressiva impera o culto da
personalidade em que a razão deve estar imperiosamente com o
ator, que se julga o mais inteligente o mais capaz, o mais
merecedor das vantagens idéias e e vontades no subjetivo de que
suas ações e interesses são realmente os necessários e de
vantagem para o grupo ou a nação dominada e para o que ele
considera o bem de todos, todos devem obedece - lo cegamente
Na macro observação destes
tipos vemos as figuras de Hitler, Stalin, agora Sadan Hussein
e disfarçadamente Jorge Bushc. Este, na atitude falsa de
castigar o possível orientador do desastre das torres gêmeas,
castiga e domina povos despreparados e desprotegidos do
Afganistão do Irak, sob pretexto de que este país tinha armas
de destruição de massa, em nome dos que morreram com as torres
gêmeas, leva seus jovens inocentes soldados a morrer matando
outros inocentes povos.
Ameaça ameaça Irã
e Coréia do Norte, como o eixo do mal, sendo que os
Estados Unidos, seu país, é o que tem o maior arsenal mundial
de armas de destruição de massa.
Oramos para que
nosso presidente repetente não tenha ânimos da paranóia do
poder.
Academia de Letras Centro Norte do Paraná – Centro de Letras
do Paraná (Curitiba)
Academia de Letras de Londrina- Soc. Brasileira de Médicos
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