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Ferool,
nome de autor: vem da separação do nome real, Fernando Rodrigues de
Oliveira, junção das duas primeiras letras do seu nome civil.
Também assina (Antanho Esteve Calado) - heterónimo - que narra episódios
bem distintos, que o autor titula sempre com o mesmo cabeçalho. "
Num sítio dum século passado, ainda recente."
Fernando R. Oliveira: nasceu em Prime, Mozelos, Vila da Feira, em
1945. Como quase todos os que nasceram naquela altura! Comeu o pão que o
diabo amassou. Pirrónico em termos doutrinais, a sua filosofia, não
maximalista, tem areias anarquistas do mais belo índole na conjugação
dos seus actos sociais. Tem a sua opinião política, mas nunca foi
inscrito em partidos, nem candidato a qualquer cargo. Tem apenas o 2° ano
de Liceu e ainda este foi obtido quando da sua estadia em Timor como
expedicionário, onde era: militar, jornalista desportivo e professor no
âmbito da política sócio-educativa daquela altura.
Tradutor literário, em: francês-português-francês, já
publicado. ( Douro Terra de Porto. O Trigo)
Escreve também em francês, mas ainda não publicou, pensa editar lá
para os lados de 2005.
Nunca foi publicado, por ter optado pela carreira profissional, na área
bancária. "Versos Achados no Caminho" é a sua primeira obra poética.
Versos Colhidos em Paragens" será o seu segundo livro de poemas
(Dezembro 2004), tem outros projectos na gaveta, mas o que mais o apaixona
no dia de hoje, é a conclusão do projecto (Elos da Poesia) obra
colectiva a editar ainda este ano. Autodidacta, mora em França (Fontainebleau
desde 1969)... passando a maior parte do tempo em Paris, onde ajuda filhos
ou Lusitanos ali radicados, nas suas vidas sociais.
O Dono da Loja é a sua editora, (Virtual) como também o nome dos
Cadernos Poéticos que tem na teia. Os seus meios de edição são o
simples computador e a ajuda de alguma ferramenta.
Nos primórdios (1967) foi premiado com um tema que hoje o revolta
(a raça) interpretação prosaica dos ventos Lusíadas, de Camões. (O
tema)
Detesta a nacionalização dos poetas.
Foi director das páginas culturais, do jornal ( A Província de
Timor, 1968 ) fundador do "Mensageiro" folheto da associação
local, fundador de duas associações lusófonas. Preside ainda algumas
assembleias.
A sua maneira de escrever pode parecer atípica e destampada! Ela é o
espelhar da sua peculiar cultura literária, resultado da interferência
do estilo francês no seu exíguo domínio da língua portuguesa. Para
esconder estes defeitos, o autor inventou um novo estilo ( A Lojaría )
mistura de todos os estilos, com raiz na cultura popular vinda das
paragens da sua juventude.
Sejam
indulgentes!...
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