Poemas
Henrique Martins de Freitas


18/03/2000

Enfim
democraticamente só
sem eira nem beira
maluco beleza
a contemplar a plenitude
dum copo vazio.
Rindo à toa batendo continência
acendendo velas
para todos os santos.
Solito
rindo...
Gracias, Senhor!
Por esse mundo conturbado
Gracias, Mestre!
Por tudo por nada
pelo riso pelo choro.
Beijos para todos vocês
almas penadas
meus...írmãos.

voltar