Maria Isabel Rosete

O Amor II

Crava-se

No peito

Como um espinho

De uma rosa

Sangrenta…

 

Aveludada

Doce

Sedosa…

 

Quente

Misteriosa

Enigmática…

 

A Felicidade

É o paradoxo

Dos amores

Verosímeis

E inacreditáveis…

 

O Amor…

 

Espalha-se por todas as veias

Tornar-se plasmático…

 

Dividido

Unido…

 

Move-se nessa massa

Vermelha

Que circula

Em todas as células

Em todas as veias

Em todos os poros…

 

Tudo inunda

Tudo faz

E desfaz…

 

Na dimensão paradoxal

Do infinito Universo do sentir…

 

Isabel Rosete

6/08/07

23/02/08

                                                                        

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