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chove chuva é hora de parar não derreta a serra não não mata a mata não tem a mão do homem o cognome de Natureza o nome de tragédia
Angra dos reis das ogivas nucleares enseadas dos amores alagados dos senhores subterrânea Meg atômica atônita desliza para o mar subaquática quase náufraga
Nova Friburgo choveu terra choveu água um triste chove chuva da igreja
dos suspiros de
Pedro de palácios quitandas de cristal da cidade imperial Petrópolis Itaipava Sumidouro Areal de todas as vozes precisam de todos nós
São José do Vale do Rio Preto orai por nós
tem a mão do homem o cognome de Natureza o nome de tragédia chove chuva é hora de parar não derreta a serra não não mata a mata não Jorge Amâncio |