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dessa
mania de me deixar na esquina, tem
muita coisa mal explicada. É
bem você quem não vale nada! E
eu aqui, me sentindo culpada? Não,
comigo não! Comigo
é assim: dou
o que recebo, sou
o que concebo, sem
barganha ou fiado. Escreveu,
não leu, o pau comeu! E
em minha vida, quem mata a cobra sou eu. Meu
papo já está cheio de grão E
ainda não vi a cor do milho. Antes
nunca, do que tarde demais. Chega! Não
mais esperas, condições, imposições. Sofrer,
eu sofro, e daí? Aceitar
o inaceitável por migalha? Fingir
que não lambo o fio da navalha? Tenho
mais é que gargalhar da pretensão. Foi-se
o tempo do aceno e do perdão. Agora
, comigo é assim: se
não quer compartilhar, respeitar
o meu lugar, antes
só, do que sem Mim. |