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Eu bem sabia que eras tu que me fitavas travando os lábios, rubros beijos nunca dados gemendo cios, qual matilhas separadas uivando rimas de outras dores do passado.
rogando a deuses por promessas e quermesses desconfiava das manobras que fazias dissimulando a confissão de tuas preces.
que esses teus olhos de me olhar não se fartaram tal qual a lua não se cansa das estrelas.
E então meus versos de certeza derradeira sabendo ser de ti a rima verdadeira cantam por mim a doce dor de nunca vê-las. |