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Tudo o que sei da vida que me leva é o pouco tanto que o pranto conduz. Se já não tenho o riso, só a treva o que me resta é a fresta a que me expus
Tudo o que quero - deitar na tua relva - sofrer as dores que eu mesma me impus, na tua ausência, a solidão me neva e opacifica, aos poucos, tua luz
Como prender-te, se sou liberdade, amar-te menos, se amo de verdade ou pretender ser tua para sempre
se a cada esquina que dobro no tempo mais um pouquinho cresce o esquecimento como o desejo que rasga meu ventre? |