Poemas

Márcia Maia

Eterno retorno
11 de setembro de 2001

calo-me
que
se
faça
silêncio
que
escoe
a dor
a estupefação
o horror

 

até
quando
de
novo
e
sempre
o
eterno
recomeço
do
fim
no
fim
do
início

 

no
início
do
novo
fim

 

sem
nunca
ter
fim

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