Depois, desfeitos os nós que a vida dá na vida, recomecei a escrever uns anos atrás. Não há muitos.

Mas ainda eram bem guardados os meus poemas, e bem poucas pessoas os liam.

Com a internet, conheci pessoas que me deram a força de que precisava.

Hoje, tenho poemas publicados em vários sites, como Blocos, Lendo & Relendo, no PD e no Diário Poético.

Não publiquei nenhum livro, ainda. Quem sabe o que virá?

Mas a poesia, esta é minha companheira dileta de todas as horas.

Boa parte dos meus poemas não têm título. Como uma forma de permitir ao leitor fazê-los seus, sonhando-os em seus próprios sonhos.

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