E POR FALAR EM POESIA

É TEMPO DE AMAR

Algo de mim...

Quando pequena, meu avô me chamava de "espuleta".

Creio que o próprio substantivo já explica o porquê.

Mas o melhor de tudo é que, hoje, apesar de um pouco distante dessa magnífica infância, o apelido aplicado a mim, por vovô, cai, ainda, como uma luva.

Não sou mais criança. Mas continuo "espuleta": no ânimo, na sede de viver, na ânsia de amar, de REALIZAR e, nisso, sou mais que um "estourinho", sou uma BOMBA!

Se eu pudesse, explodiria o mundo em guerras: de amor, solidariedade, poesia, carinho e felicidade...

Creio que isso já fala de mim o bastante... Leia meus poemas... Eu estou neles, integralmente. São "pedaços de mim".

Bem-vindos os que deliram com a poesia da vida e ouvem canções no vento da tarde.

Temos muito o que falar.

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