Président Fondateur : Mr Jean Paul NOUCHI
Secrétaire Generale : Mme Gabrielle SIMOND
L

Vânia Moreira Diniz,

                     
 
Nomeada embaixadora Universal da Paz.Genebra, Suiça.
Membro do “Círculo Universal dos Embaixadores da Paz” no mundo.

Abaixo a mensagem  recebida  do "Círculo Universal dos Embaixadores da Paz", em Genebra, Suiça
no dia 05 de outubro de 2008:


Cercle Univ. Ambassadeurs de la Paix univ.ambassadorpeacecircle@orange.fr

domingo, 5 de outubro de 2008 04:33

Para escritora@vaniadiniz.pro.br

bienvenue dans le cercle universel des ambassadeurs de la Paix

 Querida Embajadora VANIA MOREIRA DINIZ
Bienvenida en la Gran Familia Universal de los Embajadores de la Paz.

Somos felices y honrados de su aceptación y de su presencia.

Este día puede, si lo desea indicar su título de: Embajadora Universal de la Paz en el marco del Círculo Universal de los Embajadores de la Paz.

En todos su correos, correos electrónicos, lugares, si lo desea. Con todos nuestros mejores y amistosos sentimientos.

  en Toda  Fraternitad Universal de Paz

Gabrielle Simond

Presidente


Vânia Moreira Diniz- Brasil
bienvenue dans le cercle universel des ambassadeurs de la Paix
Embajadora Universal de la Paz en el marco del Círculo Universal de los Embajadores de la Paz.
France&GenèveSuisse


information de l'activité du Cercle univ. des ambassadeurs de la PaixCercle Univ. Ambassadeurs de la Paix
Email-univ.ambassadorpeacecircle@orange.fr

Tous ceux qui œuvrent pour la Paix forment un même Esprit, une même Ame,
un même Corps, un même Cœur, une même Famille Universelle".
                    président Fondateur : Jean Paul Nouchi +
 
petit historique de :
 
Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix
& de l'Ambassade Universelle de la Paix
CP 417  1211 GENEVE  19  Suisse 
 
Le Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix est né le 03 aout 2004
sur Ambilly France, journal officiel du 28 aout 2004 n° 1019.
avec pour buts : Créer UN LIEN UNIVERSEL DE PAIX entre les Acteurs,
Artisans de la paix et Familles Internationales de Paix.
 
L'Ambassade Universelle de la Paix (virtuelle) est née une année plus tard le 14 octobre 2005
sur Ambilly France, journal officiel du 5 novembre 2005 n° 1085 afin d'être
le point de coordination des Ambassadeurs de la Paix de notre organisation.
 
Genève (Suisse) est le secrétariat international commun de nos 2 organisations
Nous ne sommes qu'une petite Association Internationale indépendante et à but non lucratif
et nous sommes à ce jour environ:1000 Peace Ambassadeurs dans 100 Pays.
 
Les Ambassadeurs de la Paix :
sont Nominés pour leurs actes, leur Esprit, leurs Paroles, et deviennent des exemples
vivants de Paix, de Fraternité, d'humanisme, dans leur vie quotidienne.
Ils sont des exemples vivants de la PAIX où qu'ils soient, tant dans leur Quotidien familial,
professionnel, associatif où ils se trouvent, tant sur le plan régional, National, que Mondial.
Ils sont les torches vivantes de l'esprit de Paix universel et éternel.
 
Nous ne souhaitons pas rassembler pour manifester, il ya des spécialistes pour ça.
NON, nous ne voulons que créer un petit noyau de paix " un infiniment petit commun Universel de paix"
qui pourrait être un Lien de Paix entre Acteurs, Artisans et organisations de Paix tout simplement !
 


 


 
A inclusão social está sendo veiculada nas reuniões sociais, na mídia, nas conversas informais, mas sem o sentido de verdadeira determinação. Como resultado de algo que toca o coração e aquece o emocional, mas nada de tão definitivo como nós realmente precisamos. Leis, palavras e vontade ajudam, porém não mudam o comportamento, a falta de conhecimento e o preconceito.
Inclusão se faz principalmente com solidariedade, grande dose de amor, mudanças de comportamento, persistência e vontade indomável. E por toda uma população que absorve o conteúdo que está sendo modificado.

Nada adianta falar sobre os que se enquadram nos grupos dos excluídos e não sentir que o primeiro passo para concretização de tal mudança é olhar para essas pessoas com naturalidade e simpatia.

E quando digo excluídos, abranjo todos aqueles carentes não só físicos mas que estejam precisando de um gesto de amor, um sorriso, uma palavra, uma gentileza mas principalmente solidariedade real para que a usemos como hábito benfazejo e prazeroso.

Enquanto pensamos exclusivamente em nossas próprias necessidades supérfluas, enquanto o individualismo lidera no planeta inteiro e as guerras e ódios continuam como podemos crer que o mundo esteja pensando em altruísmo, tentando extirpar o egoísmo e entender o verdadeiro sentido da inclusão?

A ética de convivência com irmãos que fazem a mesma caminhada na terra, deveria ser bastante clara e depender do discernimento de cada um. Já era um passo maravilhoso.
 

Começar com as nossas crianças, ensinando e orientando-as, falando do amor universal, mostrando a missão que nos compete e o dever a ser cumprido em parcela mútuas e profundas e estimulando a generosidade que inclui a solidariedade de forma mais ampla e persuasiva.
 

Claro que é importante campanhas que apóiam as pessoas carentes de recursos na área rural e em todos os lugares cuja vida é consumida pela pobreza, falta de meios para uma vida digna.
 

Mas antes disso tudo, de todas as formas imediatas de ajuda, é preciso a profunda vontade de que todas as pessoas sejam recebidas e estejam dentro de um grupo social condizente, compreensivo, superlativamente harmonioso, onde intrinsecamente a igualdade reine de maneira instintiva e natural. Amor, a apologia do amor.

Receber isso como caridade é o pior que pode acontecer a alguém. As mãos se estendendo num gesto simples e humano sabendo que se fosse o contrário, eles também assim procederiam e incitando a todos que estejam a nosso lado, essa fé indestrutível que a inclusão social é a primeira medida, a mais humana, coerente, intrínseca e que só depois dessa mudança total poderemos crescer interiormente e o planeta poderá encontrar a paz necessária e o verdadeiro entendimento e ternura entre os homens.

Os velhos, deficientes, homossexuais, pessoas necessitadas de cuidados especiais, com condições biológicas diferentes, emocionalmente frágeis, mulheres, raças diversas, fazem parte de um mesmo universo de pessoas que precisamos integrar definitivamente numa inclusão sadia e no mesmo grupo, extirpando o preconceito humilhante e lastimável. O preconceito sim deveria ser algo desprezível distante de nós, seres humanos.

Os diferentes são justamente aqueles tão amargos e indiferentes que se julgam perfeitos e não são capazes de amar a seus semelhantes, porque o orgulho, a vaidade e o egoísmo estão transformando e deformando sua personalidade e seu caráter.

Palavras não bastam, precisamos agir e lutar por esse direito inalienável e que conturba toda uma estrutura que é a exclusão, capaz de tornar o mundo um caos de violência e sofrimento.
Vânia Moreira Diniz
 
Poema da Paz
 

Paz,

Com a maturidade,

Quão difícil encontrar

 

Já temos consciência,

Quão duros são os caminhos,

E que nem sempre há compreensão.

 

Mas a paz, quando alcançamos,

Por um momento que seja,

É alimento para alma.

 

Por isto seguimos,

Por isto estamos aqui,

Por isto, choramos ou rimos.

 

Não importa quão breve seja,

E que no fundo, nos enganemos.

Mas sabemos desfrutá-la...

 

Num simples carinho,

num ato impensado,

E nosso olhar para o mundo.

 

Paz, tão perto e tão longe,

Sabemos não estar no final,

Mas no caminho que escolhemos.

 

Cristina Arraes Moreira


 

Creio que a Paz, passa necessariamente pela igualdade, pela justiça.

A fome, a miséria, o analfabetismo tem cor nesse mundo,
nesse planeta dominado pela ganância, pelas armas, pela
distribuição do capital.   
A Paz tem no caminho a igualdade,
a igualdade requer mais do que um olhar,
requer justiça.  
 
Jorge Amâncio

A união dos povos e a utopia
   Vânia Moreira Diniz

Nada é mais verdadeiro do que o ser, suas essências e magnitudes. Existimos independentes do lugar, ocasião, data, raça. Somos antes de qualquer outra evidência um ser humano. E o ser humano é um só, verdade evidenciada justamente nos dois acontecimentos mais marcantes da vida: Nascimento e morte .

Quando somos concebidos passamos a nos desenvolver num lugar aconchegante,  o útero materno de forma absolutamente semelhante e também no momento tão esperado em que respiramos pela primeira vez o oxigênio, acontecimento que transcende tudo que possa existir. Do mesmo modo e de maneira mais dramática aparentemente no último suspiro em que ao contrário do nascimento o oxigênio começa a faltar e a luta é tão grande como fora a outra em proporções contrastantes, mas igualmente intensas.

Nascemos para cumprir uma missão e temos igualmente dores, alegrias, emoções e uma estrada que devemos caminhar enquanto vivermos. Claro que somos seres individuais e encaramos tudo à nossa volta de um modo especificamente personalizado.

Podemos ter características diferentes, mas a essência é a mesma: Seres humanos da mesma espécie e  custa compreender os preconceitos que se instalam como uma erva daninha, um câncer maligno destruindo o que há de mais nobre em qualquer indivíduo.

Se o mundo, as civilizações divergem em certos aspectos, nada diferencia o ser físico e íntimo, mesmo abstrato e só idéias arraigadas por personalidades doentias poderiam  pensar de outra forma.

Basta evidenciar a natureza que alimenta e proporciona bem estar a todos os indivíduos: O ar, a criação em seu apogeu e todos os elementos naturais para verificarmos o quanto de violência existe na diferenciação do ser humano pelo próprio ser humano. É não só uma brutalidade ignóbil, como ignorância no mais alto grau, falta de sensibilidade e até mesmo de discernimento.

Desde o início de nossa civilização as atrocidades redundando em guerra tomaram conta do mundo e seria considerada uma utopia idealizar-se um modo diferente da humanidade caminhar. Mesmo porque segundo os especialistas o avanço e progresso não se dariam sem a disputa bélica. Triste conclusão!

A verdade é que o desenvolvimento da ciência surgiu justamente em contraposição à utopia e temos como exemplo as grandes invenções de gênios já considerados desorientados, porém que sobrepujaram  o pensamento das pessoas convencionalmente normais e produziram o que jamais se pensou ser possível.

A partir do momento que se respeitem as diferenças não há divergência. Uma utopia das mais vigorosas, partindo do princípio que as pessoas costumam ser agressivas quando são questionadas.  

O que faz com que o mundo fique realmente de luto, são as rivalidades e preconceitos de qualquer espécie: raças, regiões e exclusões que o homem cria com a fúria do convencionalismo pessoal adquirido no contato de sua personalidade com as leis antinaturais do mundo.

A união dos povos total e sem discriminação seria uma utopia na qual valeria a pena apostar sonhando com a paz do mundo, com seres humanos dignos de mãos dadas em busca da generosidade, solidariedade natural e humana que deveria caracterizar o planeta em que vivemos. E isso constitui acima de qualquer utopia o processo mais vigoroso e fascinante da verdadeira felicidade.


Dia Internacional da Paz

 

Vânia Moreira Diniz

Hoje é Dia Internacional da paz. Nada é mais importante do que essa harmonia do universo transmitível a toda a humanidade e que hoje em dia nos parece tão distante. Por isso devemos lutar e refletir sobre a paz, o conteúdo mais importante na luta pela inclusão, amor, solidariedade, carinho e felicidade. Só a paz nos conduzirá à união dos povos que é a maior conquista do universo.

Quando nascemos o oxigênio nos deu a vida entrando em nossos pulmões, fazendo com que gritássemos pela diferença de sensações e impotência diante do mundo que estávamos prestes a ingressar. E esse é o momento reconhecidamente uniforme em todos os seres humanos. Passamos por ele como acontecerá também no dia de nossa morte em que se efetivará justamente o mesmo fenômeno de impotência  e aceitação.

Somos todos iguais, não importa o país  ou região em que nascemos, a raça a que pertencemos ou as características genéticas que possuímos. Não importa. É a união, que fará com que vivamos nesse planeta com  a paz que está acima de tudo,única sensação que tornará nosso tempo finito imensamente infinito e feliz. Sem ela  nossa passagem pela terra será alarmante e desesperadora.

Sentir a paz nesse momento, nesse tempo de tantas guerras, invejas e ódios inúteis será a única forma de usufruirmos a razão primeira para a qual fomos criados: felicidade para todos os seres humanos.

Quando compreendermos a harmonia da natureza, a beleza natural, o canto dos pássaros e a presença dos animais, do mar, rios, árvores, plantas e flores, também entenderemos o quanto é importante o respeito por seu semelhante, o amor universal que devemos cultivar como uma preciosidade e que infelizmente na maioria das vezes somos tão indiferentes. E sentiremos isso tarde demais.

Hoje é dia Internacional da paz, precisamos captar o sentido verdadeiro dessa palavra para que possamos prosseguir buscando sempre o amor que está ficando perdido pelos caminhos.Sem a paz não conseguiremos ser felizes porque nos faltará o elemento básico para a plenitude da vida, da alegria, da realização e do respeito por nossos irmãos de caminhada.

Nesse momento de mudanças profundas, de evolução tecnológica e globalização precisamos encontrar na paz  o entendimento para a verdadeira união que não se fará apenas com o progresso e desenvolvimento que vemos a cada dia mas com o amor que se tornará mais distante sem a troca dos olhares, do sorriso, da compreensão e principalmente da luta harmoniosa por humanidade e igualdade 

Paz é a única forma de preservar  esse planeta do qual somos hóspedes temporários. Paz é só o que precisamos para que possamos conhecer a nós mesmos e lutar para que sejamos melhores e mais felizes.

Vânia Moreira Diniz


Venho à procura da Paz
Vânia Moreira Diniz

Venho em busca da paz
Em momentos conturbados e inconsequentes,
em que o mundo tem no olhar indiferença,
e uma luta cruel inconsequente e renhida,
venho à procura da paz.

Paz  para as crianças que nascem neste século
Em que a violência macabra domina o mundo,
Paz que agoniza entre os sussurros da mansidão,
Cuja voz é dominada por inúteis sacrifícios.
Venho à procura da paz.

Paz abafada pelas cenas tristes de horror,
Dos que procuram lutar pelo carinho e amor,
Paz que sentimos apenas nas palavras de dor,
Nos sonhos que se esvaem silenciosamente
Venho à procura da paz

Paz é o que procuramos nos dias sem esperança,
Nos sentimentos profundos, na certeza da lealdade
Paz que sobrepujará qualquer momento de incerteza,
com a união dos povos e de cada ser humano
caminhando juntos sob a égide da harmonia.
Venho à procura da paz

Vânia Moreira Diniz


A união dos povos e a utopia
   Vânia Moreira Diniz

Nada é mais verdadeiro do que o ser, suas essências e magnitudes. Existimos independentes do lugar, ocasião, data, raça. Somos antes de qualquer outra evidência um ser humano. E o ser humano é um só, verdade evidenciada justamente nos dois acontecimentos mais marcantes da vida: Nascimento e morte .

Quando somos concebidos passamos a nos desenvolver num lugar aconchegante,  o útero materno de forma absolutamente semelhante e também no momento tão esperado em que respiramos pela primeira vez o oxigênio, acontecimento que transcende tudo que possa existir. Do mesmo modo e de maneira mais dramática aparentemente no último suspiro em que ao contrário do nascimento o oxigênio começa a faltar e a luta é tão grande como fora a outra em proporções contrastantes, mas igualmente intensas.

Nascemos para cumprir uma missão e temos igualmente dores, alegrias, emoções e uma estrada que devemos caminhar enquanto vivermos. Claro que somos seres individuais e encaramos tudo à nossa volta de um modo especificamente personalizado.

Podemos ter características diferentes, mas a essência é a mesma: Seres humanos da mesma espécie e  custa compreender os preconceitos que se instalam como uma erva daninha, um câncer maligno destruindo o que há de mais nobre em qualquer indivíduo.

Se o mundo, as civilizações divergem em certos aspectos, nada diferencia o ser físico e íntimo, mesmo abstrato e só idéias arraigadas por personalidades doentias poderiam  pensar de outra forma.

Basta evidenciar a natureza que alimenta e proporciona bem estar a todos os indivíduos: O ar, a natureza em seu apogeu e todos os elementos naturais para verificarmos o quanto de violência existe na diferenciação do ser humano pelo próprio ser humano. É não só uma brutalidade ignóbil, como ignorância no mais alto grau, falta de sensibilidade e até mesmo de discernimento.

Desde o início de nossa civilização as atrocidades redundando em guerra tomaram conta do mundo e seria considerada uma utopia idealizar-se um modo diferente da humanidade caminhar. Mesmo porque segundo os especialistas o avanço e progresso não se dariam sem a disputa bélica. Triste conclusão!

A verdade é que o desenvolvimento da ciência surgiu justamente em contraposição à utopia e temos como exemplo as grandes invenções de gênios já considerados desorientados, porém que sobrepujaram  o pensamento das pessoas convencionalmente normais e produziram o que jamais se pensou ser possível.

A partir do momento que se respeitem as diferenças não há divergência. Uma utopia das mais vigorosas, partindo do princípio que as pessoas costumam ser agressivas quando são questionadas.  

O que faz com que o mundo fique realmente de luto, são as rivalidades e preconceitos de qualquer espécie: raças, regiões e exclusões que o homem cria com a fúria do convencionalismo pessoal adquirido no contato de sua personalidade com as leis antinaturais do mundo.

A união dos povos total e sem discriminação seria uma utopia na qual valeria a pena apostar sonhando com a paz do mundo, com seres humanos dignos de mãos dadas em busca da generosidade, solidariedade natural e humana que deveria caracterizar o planeta em que vivemos. E isso constitui acima de qualquer utopia o processo mais vigoroso e fascinante da verdadeira felicidade.



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