Tous ceux qui œuvrent pour la Paix
forment un même Esprit, une même Ame,
un même Corps, un même Cœur, une
même Famille Universelle".
président Fondateur : Jean Paul Nouchi +
petit historique de :
Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix
& de l'Ambassade Universelle de la Paix
CP 417 1211 GENEVE 19 Suisse
Le Cercle Universel des
Ambassadeurs de la Paix est né le 03 aout 2004
sur Ambilly France, journal officiel du 28
aout 2004 n° 1019.
avec pour buts : Créer
UN LIEN UNIVERSEL DE PAIX entre les Acteurs,
Artisans de la paix et Familles
Internationales de Paix.
L'Ambassade Universelle
de la Paix (virtuelle) est née une année plus tard le 14 octobre
2005
sur Ambilly France, journal officiel du 5
novembre 2005 n° 1085 afin d'être
le point de coordination des Ambassadeurs de
la Paix de notre organisation.
Genève (Suisse) est le secrétariat
international commun de nos 2 organisations
Nous ne sommes qu'une petite Association
Internationale indépendante et à but non lucratif
et nous sommes à ce jour environ:1000 Peace
Ambassadeurs dans 100 Pays.
Les Ambassadeurs de la Paix :
sont Nominés
pour leurs actes, leur Esprit, leurs Paroles, et deviennent des exemples
vivants de Paix, de Fraternité, d'humanisme,
dans leur vie quotidienne.
Ils sont des exemples vivants de la PAIX où
qu'ils soient, tant dans leur Quotidien familial,
professionnel, associatif où ils se trouvent,
tant sur le plan régional, National, que Mondial.
Ils sont les torches vivantes de l'esprit de
Paix universel et éternel.
Nous ne souhaitons pas rassembler pour
manifester, il ya des spécialistes pour ça.
NON, nous ne voulons que créer un petit noyau
de paix " un infiniment petit commun Universel de
paix"
qui pourrait être un
Lien de Paix entre Acteurs, Artisans et
organisations de Paix tout simplement !


A inclusão social está sendo veiculada nas reuniões sociais,
na mídia, nas conversas informais, mas sem o sentido de
verdadeira determinação. Como resultado de algo que toca o
coração e aquece o emocional, mas nada de tão definitivo
como nós realmente precisamos. Leis, palavras e vontade
ajudam, porém não mudam o comportamento, a falta de
conhecimento e o preconceito.
Inclusão se faz principalmente com solidariedade, grande
dose de amor, mudanças de comportamento, persistência e
vontade indomável. E por toda uma população que absorve o
conteúdo que está sendo modificado.
Nada adianta falar sobre os que se enquadram nos grupos dos
excluídos e não sentir que o primeiro passo para
concretização de tal mudança é olhar para essas pessoas com
naturalidade e simpatia.
E quando digo excluídos, abranjo todos aqueles carentes não
só físicos mas que estejam precisando de um gesto de amor,
um sorriso, uma palavra, uma gentileza mas principalmente
solidariedade real para que a usemos como hábito benfazejo e
prazeroso.
Enquanto pensamos exclusivamente em nossas próprias
necessidades supérfluas, enquanto o individualismo lidera no
planeta inteiro e as guerras e ódios continuam como podemos
crer que o mundo esteja pensando em altruísmo, tentando
extirpar o egoísmo e entender o verdadeiro sentido da
inclusão?
A ética de convivência com irmãos que fazem a mesma
caminhada na terra, deveria ser bastante clara e depender do
discernimento de cada um. Já era um passo maravilhoso.
Começar com as nossas crianças, ensinando e orientando-as,
falando do amor universal, mostrando a missão que nos
compete e o dever a ser cumprido em parcela mútuas e
profundas e estimulando a generosidade que inclui a
solidariedade de forma mais ampla e persuasiva.
Claro que é importante campanhas que apóiam as pessoas
carentes de recursos na área rural e em todos os lugares
cuja vida é consumida pela pobreza, falta de meios para uma
vida digna.
Mas antes disso tudo, de todas as formas imediatas de ajuda,
é preciso a profunda vontade de que todas as pessoas sejam
recebidas e estejam dentro de um grupo social condizente,
compreensivo, superlativamente harmonioso, onde
intrinsecamente a igualdade reine de maneira instintiva e
natural. Amor, a apologia do amor.
Receber isso como caridade é o pior que pode acontecer a
alguém. As mãos se estendendo num gesto simples e humano
sabendo que se fosse o contrário, eles também assim
procederiam e incitando a todos que estejam a nosso lado,
essa fé indestrutível que a inclusão social é a primeira
medida, a mais humana, coerente, intrínseca e que só depois
dessa mudança total poderemos crescer interiormente e o
planeta poderá encontrar a paz necessária e o verdadeiro
entendimento e ternura entre os homens.
Os velhos, deficientes, homossexuais, pessoas necessitadas
de cuidados especiais, com condições biológicas diferentes,
emocionalmente frágeis, mulheres, raças diversas, fazem
parte de um mesmo universo de pessoas que precisamos
integrar definitivamente numa inclusão sadia e no mesmo
grupo, extirpando o preconceito humilhante e lastimável. O
preconceito sim deveria ser algo desprezível distante de
nós, seres humanos.
Os diferentes são justamente aqueles tão amargos e
indiferentes que se julgam perfeitos e não são capazes de
amar a seus semelhantes, porque o orgulho, a vaidade e o
egoísmo estão transformando e deformando sua personalidade e
seu caráter.
Palavras não bastam, precisamos agir e lutar por esse
direito inalienável e que conturba toda uma estrutura que é
a exclusão, capaz de tornar o mundo um caos de violência e
sofrimento.
Vânia Moreira Diniz
Poema da Paz
Paz,
Com a maturidade,
Quão difícil encontrar
Já temos consciência,
Quão duros são os caminhos,
E que nem sempre há compreensão.
Mas a paz, quando alcançamos,
Por um momento que seja,
É alimento para alma.
Por isto seguimos,
Por isto estamos aqui,
Por isto, choramos ou rimos.
Não importa quão breve seja,
E que no fundo, nos enganemos.
Mas sabemos desfrutá-la...
Num simples carinho,
num ato impensado,
E nosso olhar para o mundo.
Paz, tão perto e tão longe,
Sabemos não estar no final,
Mas no caminho que escolhemos.
Cristina Arraes Moreira
Creio que a Paz, passa necessariamente pela igualdade,
pela justiça.
A fome, a miséria, o analfabetismo tem cor nesse mundo,
nesse planeta dominado pela ganância, pelas armas, pela
distribuição do capital.
A Paz tem no caminho a igualdade,
a igualdade requer mais do que um olhar,
requer justiça.
Jorge Amâncio
A união dos povos e a utopia
Vânia Moreira Diniz
Nada é
mais verdadeiro do que o ser, suas essências e magnitudes. Existimos
independentes do lugar, ocasião, data, raça. Somos antes de qualquer outra
evidência um ser humano. E o ser humano é um só, verdade evidenciada
justamente nos dois acontecimentos mais marcantes da vida: Nascimento e
morte .
Quando
somos concebidos passamos a nos desenvolver num lugar aconchegante, o
útero materno de forma absolutamente semelhante e também no momento tão
esperado em que respiramos pela primeira vez o oxigênio, acontecimento que
transcende tudo que possa existir. Do mesmo modo e de maneira mais
dramática aparentemente no último suspiro em que ao contrário do
nascimento o oxigênio começa a faltar e a luta é tão grande como fora a
outra em proporções contrastantes, mas igualmente intensas.
Nascemos para cumprir uma missão e temos igualmente dores, alegrias,
emoções e uma estrada que devemos caminhar enquanto vivermos. Claro que
somos seres individuais e encaramos tudo à nossa volta de um modo
especificamente personalizado.
Podemos
ter características diferentes, mas a essência é a mesma: Seres humanos da
mesma espécie e custa compreender os preconceitos que se instalam como
uma erva daninha, um câncer maligno destruindo o que há de mais nobre em
qualquer indivíduo.
Se o
mundo, as civilizações divergem em certos aspectos, nada diferencia o ser
físico e íntimo, mesmo abstrato e só idéias arraigadas por personalidades
doentias poderiam pensar de outra forma.
Basta
evidenciar a natureza que alimenta e proporciona bem estar a todos os
indivíduos: O ar, a criação em seu apogeu e todos os elementos naturais
para verificarmos o quanto de violência existe na diferenciação do ser
humano pelo próprio ser humano. É não só uma brutalidade ignóbil, como
ignorância no mais alto grau, falta de sensibilidade e até mesmo de
discernimento.
Desde o
início de nossa civilização as atrocidades redundando em guerra tomaram
conta do mundo e seria considerada uma utopia idealizar-se um modo
diferente da humanidade caminhar. Mesmo porque segundo os especialistas o
avanço e progresso não se dariam sem a disputa bélica. Triste conclusão!
A
verdade é que o desenvolvimento da ciência surgiu justamente em
contraposição à utopia e temos como exemplo as grandes invenções de gênios
já considerados desorientados, porém que sobrepujaram o pensamento das
pessoas convencionalmente normais e produziram o que jamais se pensou ser
possível.
A partir do momento que se respeitem as
diferenças não há divergência. Uma utopia das mais vigorosas, partindo do
princípio que as pessoas costumam ser agressivas quando são
questionadas.
O que faz com que o mundo fique realmente de
luto, são as rivalidades e preconceitos de qualquer espécie: raças,
regiões e exclusões que o homem cria com a fúria do convencionalismo
pessoal adquirido no contato de sua personalidade com as leis antinaturais
do mundo.
A união dos povos total e sem discriminação seria uma utopia na qual
valeria a pena apostar sonhando com a paz do mundo, com seres humanos
dignos de mãos dadas em busca da generosidade, solidariedade natural e
humana que deveria caracterizar o planeta em que vivemos. E isso constitui
acima de qualquer utopia o processo mais vigoroso e fascinante da
verdadeira felicidade.
Dia Internacional
da Paz

Vânia Moreira Diniz
Hoje é Dia Internacional da paz. Nada é
mais importante do que essa harmonia do universo transmitível a toda a
humanidade e que hoje em dia nos parece tão distante. Por isso devemos
lutar e refletir sobre a paz, o conteúdo mais importante na luta pela
inclusão, amor, solidariedade, carinho e felicidade. Só a paz nos
conduzirá à união dos povos que é a maior conquista do universo.
Quando nascemos o oxigênio nos deu a vida
entrando em nossos pulmões, fazendo com que gritássemos pela diferença de
sensações e impotência diante do mundo que estávamos prestes a ingressar.
E esse é o momento reconhecidamente uniforme em todos os seres humanos.
Passamos por ele como acontecerá também no dia de nossa morte em que se
efetivará justamente o mesmo fenômeno de impotência e aceitação.
Somos todos iguais, não importa o país
ou região em que nascemos, a raça a que pertencemos ou as características
genéticas que possuímos. Não importa. É a união, que fará com que vivamos
nesse planeta com a paz que está acima de tudo,única sensação que tornará
nosso tempo finito imensamente infinito e feliz. Sem ela nossa passagem
pela terra será alarmante e desesperadora.
Sentir a paz nesse momento, nesse tempo
de tantas guerras, invejas e ódios inúteis será a única forma de
usufruirmos a razão primeira para a qual fomos criados: felicidade para
todos os seres humanos.
Quando compreendermos a harmonia da
natureza, a beleza natural, o canto dos pássaros e a presença dos animais,
do mar, rios, árvores, plantas e flores, também entenderemos o quanto é
importante o respeito por seu semelhante, o amor universal que devemos
cultivar como uma preciosidade e que infelizmente na maioria das vezes
somos tão indiferentes. E sentiremos isso tarde demais.
Hoje é dia Internacional da paz,
precisamos captar o sentido verdadeiro dessa palavra para que possamos
prosseguir buscando sempre o amor que está ficando perdido pelos
caminhos.Sem a paz não conseguiremos ser felizes porque nos faltará o
elemento básico para a plenitude da vida, da alegria, da realização e do
respeito por nossos irmãos de caminhada.
Nesse momento de mudanças profundas, de
evolução tecnológica e globalização precisamos encontrar na paz o
entendimento para a verdadeira união que não se fará apenas com o
progresso e desenvolvimento que vemos a cada dia mas com o amor que se
tornará mais distante sem a troca dos olhares, do sorriso, da compreensão
e principalmente da luta harmoniosa por humanidade e igualdade
Paz é a única forma de preservar esse
planeta do qual somos hóspedes temporários. Paz é só o que precisamos para
que possamos conhecer a nós mesmos e lutar para que sejamos melhores e
mais felizes.
Vânia Moreira Diniz

Venho à procura da Paz
Vânia Moreira Diniz
Venho em busca da paz
Em momentos conturbados e inconsequentes,
em que o mundo tem no olhar indiferença,
e uma luta cruel inconsequente e renhida,
venho à procura da paz.
Paz para as crianças que nascem neste século
Em que a violência macabra domina o mundo,
Paz que agoniza entre os sussurros da mansidão,
Cuja voz é dominada por inúteis sacrifícios.
Venho à procura da paz.
Paz abafada pelas cenas tristes de horror,
Dos que procuram lutar pelo carinho e amor,
Paz que sentimos apenas nas palavras de dor,
Nos sonhos que se esvaem silenciosamente
Venho à procura da paz
Paz é o que procuramos nos dias sem esperança,
Nos sentimentos profundos, na certeza da lealdade
Paz que sobrepujará qualquer momento de incerteza,
com a união dos povos e de cada ser humano
caminhando juntos sob a égide da harmonia.
Venho à procura da paz
Vânia Moreira Diniz

A união
dos povos e a utopia
Vânia Moreira Diniz
Nada é mais verdadeiro do que o ser, suas essências e
magnitudes. Existimos independentes do lugar, ocasião, data, raça. Somos
antes de qualquer outra evidência um ser humano. E o ser humano é um só,
verdade evidenciada justamente nos dois acontecimentos mais marcantes da
vida: Nascimento e morte .
Quando somos concebidos passamos a nos desenvolver num
lugar aconchegante, o útero materno de forma absolutamente semelhante e
também no momento tão esperado em que respiramos pela primeira vez o
oxigênio, acontecimento que transcende tudo que possa existir. Do mesmo
modo e de maneira mais dramática aparentemente no último suspiro em que ao
contrário do nascimento o oxigênio começa a faltar e a luta é tão grande
como fora a outra em proporções contrastantes, mas igualmente intensas.
Nascemos para cumprir uma missão e temos igualmente
dores, alegrias, emoções e uma estrada que devemos caminhar enquanto
vivermos. Claro que somos seres individuais e encaramos tudo à nossa volta
de um modo especificamente personalizado.
Podemos ter características diferentes, mas a essência
é a mesma: Seres humanos da mesma espécie e custa compreender os
preconceitos que se instalam como uma erva daninha, um câncer maligno
destruindo o que há de mais nobre em qualquer indivíduo.
Se o mundo, as civilizações divergem em certos
aspectos, nada diferencia o ser físico e íntimo, mesmo abstrato e só
idéias arraigadas por personalidades doentias poderiam pensar de outra
forma.
Basta evidenciar a natureza que alimenta e proporciona
bem estar a todos os indivíduos: O ar, a natureza em seu apogeu e todos os
elementos naturais para verificarmos o quanto de violência existe na
diferenciação do ser humano pelo próprio ser humano. É não só uma
brutalidade ignóbil, como ignorância no mais alto grau, falta de
sensibilidade e até mesmo de discernimento.
Desde o início de nossa civilização as atrocidades
redundando em guerra tomaram conta do mundo e seria considerada uma utopia
idealizar-se um modo diferente da humanidade caminhar. Mesmo porque
segundo os especialistas o avanço e progresso não se dariam sem a disputa
bélica. Triste conclusão!
A verdade é que o desenvolvimento da ciência surgiu
justamente em contraposição à utopia e temos como exemplo as grandes
invenções de gênios já considerados desorientados, porém que sobrepujaram
o pensamento das pessoas convencionalmente normais e produziram o que
jamais se pensou ser possível.
A partir do momento que
se respeitem as diferenças não há divergência. Uma utopia das mais
vigorosas, partindo do princípio que as pessoas costumam ser agressivas
quando são questionadas.
O que faz com que o
mundo fique realmente de luto, são as rivalidades e preconceitos de
qualquer espécie: raças, regiões e exclusões que o homem cria com a fúria
do convencionalismo pessoal adquirido no contato de sua personalidade com
as leis antinaturais do mundo.
A união dos povos total e sem discriminação seria uma
utopia na qual valeria a pena apostar sonhando com a paz do mundo, com
seres humanos dignos de mãos dadas em busca da generosidade, solidariedade
natural e humana que deveria caracterizar o planeta em que vivemos. E isso
constitui acima de qualquer utopia o processo mais vigoroso e fascinante
da verdadeira felicidade.

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