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Quando algum veículo vinha da direção oposta, um de nós parava e encostava no barranco, para que o outro passasse. Sem dúvida uma estrada perigosa, mas o dia estava lindo e a vontade de chegar logo e desfrutar da beleza do lugar era enorme. Não é comum andarmos tanto, por um local tão ermo, mas naquele dia, tudo fazia sentido e nosso animo era dos melhores. Estávamos indo para as bodas de outro de um casal de tios. Seus nove filhos, já adultos, casados com filhos e alguns até netos, ali estavam com o semblante tão alegre e emocionado que contagiava cada um que lá chegava. Priscila de Loureiro Coelho |