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A sensação
que experimento todas as vezes que sento a este computador para escrever
deve ser semelhante à de um pássaro preste a alçar o seu primeiro vôo.
A diferença é que, para o pássaro, este ato, aos poucos, vai-se
tornando banal e em mim, o sentimento de liberdade, ao contrário, é mais
intenso a cada dia. Dizer aquilo que penso, o que tenho vontade de dizer e
haver pessoas querendo escutar é um dos poucos prazeres que alguém pode
sentir nesta vida. Mas este prazer não se limita a isto. Sei que serei
lido por centenas de leitores que gostam do que escrevo, menos por atacar
alguém, mas por proporcionar algum prazer salutar através das minhas idéias. Este
prazer se intensifica mais ainda quando percorro os principais saites da
Internet e vejo os meus textos estampados em quase todos eles, sem que,
para isto necessite pedir, implorar, suplicar para ser publicado.
Interpreto este detalhe como algum valor que as pessoas responsáveis por
tais publicações, enxergam naquilo que escrevo e, conseqüentemente, na
repercussão que alcançam os meus textos junto aos seus leitores. Mesmo
correndo o risco de vir a cometer graves omissões, gostaria de destacar
alguns destes saites. A relação abaixo não obedece a outro critério
que não o da ordem disposta nos meus <i>favoritos</i>. Neste
exato momento estou constatando que há matérias atualizadas – não
estou me referindo aos arquivos - escritas por mim e exibidas nos
seguintes saites: “Jornal de Crônicas”, “A Garganta da Serpente”
(contos, crônicas e poesias), “A Casa do Bruxo”, “Anjos de
Prata”, “Grupo Palavreiros”, “Jornal da Poesia”,” “Projeto
ZAP”, “À Flor da Pele”, “Nave da Palavra”, “O Caixote”
(neste, tenho uma Biblioteca permanente), “Site da Magriça”, “Usina
de Letras”, “Diálogo Médico”, “Site da Escritora Vânia Moreira
Diniz”, “A Confraria”, “A Patada”, “PD – Literatura”
(coluna), “Officina do Autor”,“Poesia Diária”, “Litteratura”,
“SPN - Revista Virtual” (coluna). Não sei ao certo, mas penso ter
esquecido algum. Se isto tiver acontecido, peço desculpas.
Convém destacar que não computei os MIL textos nem os vinte e
cinco livros eletrônicos do meu próprio saite, inaugurado há cerca de
uma semana e com o marcador já exibindo, neste exato momento, dez mil
cento e trinta e cinco acessos. Além disto, no saite de pesquisas Google
há 7640 referências a citações, títulos ou e-books referentes às
minhas escrevinhações. Há quem diga que isto é pedantismo,
exibicionismo, “olhar para o próprio umbigo” querer ser escritor e até
querer ser Deus. É até possível que se trate disto mesmo. Mas eu juro
de joelhos e de mãos postas que não gasto um centavo e nem imploro para
que isto aconteça. É muito fácil ser Deus. |