Vilma Cunha Duarte

Brisa Na Alma

Deito este corpo cansado

E nino meus pensamentos.

É a hora de dormir

Ou a hora de sonhar?

Lá fora o tempo dá ordens...

Para os homens apressados.

Fecho as janelas dos olhos

E o coração abre as suas

Entro no doce reino

Do soberano da vida.

De mansinho...outra surpresa

Minh’alma estava  lá

Fazendo as honras da casa

Aconchegando esperanças...

Quem sabe de amor outra vez.

Sinto-me árvore da vida

Enfolharada de outono.

Acariciada de brisa

Renuncio  folhas mortas

Meus braços abraçam o amanhã.

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