|
|
|
Artes,
Filosofia e Psicologia / Nas artes
reveladas por estados
do existir, absorvo o sentido último latente,
em re- lê- vo, en- vê- lo, des- velo ,
sintonias em instâncias
correlatas dos seres em seus tempos
de Ser. Na experiência
profunda Indizível, em arte
o existir plenamente, corpo e
mente integrados dançam, em uníssono com
universo,
no som primordial e atemporal A
vida vivida, com percepção aguda no instante presente
e expansão do afeto criativo revela-se como obra
d’ arte ,num opus, do
fogo fátuo ao ato, nos hiatos contatos.
Brinde à Arthur Moreira Lima por sua obra
E pessoa Grande que é
nesta semana de seu Aniversário!
Sintonia , sincronicidade
narcisismo
essencial Música
exala, Preenche,
cala, emoção sublimada, Alma
tranqüila cochila ? Não,
flui na entrega e integra no Ser. Sem
giros como crescer e ser? Pôr
tua maestria e “pianiedade “ Uma
identidade, sem tê-lo em meus dias Pouco
entenderia dos “cacos” que em
mim havia Foste
uma via Agora,
no agora das notas
soltas fluem
os ecos, entre
os cacos Dó
Ré Sí
Fazem Sol em Mi. Virgínia Fulber p/AML(16/07/1992) Pablo
Neruda Brindando
nesta semana por seu Centenário ! "... As pessoas atravessam o
mundo na actualidade quase sem recordar que possuem um
corpo e dentro dele a vida, e
há medo, há medo no mundo das palavras que designam o corpo,..." Pablo Neruda ,
in Ritual das Minhas Pernas ( grata à Julia Oliveira). No link Poema Grande
Ocenano de
Pablo Neruda http://groups.msn.com/4ms1ts1j46bo2h5g/suapginadaweb1.msnw “Toda infância é
fabulosa, naturalmente fabulosa. Não que ela se deixe impregnar, como se
acredita com excessiva facilidade, pelas fábulas tão factícias que lhe
contamos e que só servem para divertir o ancestral que as conta. Quantas
avós não tomam o seu neto por um tolinho! Mas a criança que nasceu
esperta atiça a mania de contar, as sempiternas repetições da velhice
contadora de histórias. Não é com essas fábulas fósseis, esses fósseis
de fábulas, que vive a imaginação da criança. É nas suas próprias fábulas.
É no seu próprio devaneio que a criança encontra as suas fábulas, fábulas
que ela não conta a ninguém. Então a fábula é a própria vida: E
eu vivi sem saber que vivia a minha fábula. Esse grande verso
encontra-se num poema intitulado "Je ne suis sûr de rien" (Não
tenho certeza de nada). Só a criança permanente pode restituir-nos o mundo fabuloso. “
Gaston Bachelard
Links
The
Music of
Sergei
Rachmaninov (1873-1943) http://www.midiworld.com/rachmaninov.htm MUSEO
DE IMAGEM DO INCONSCINTE http://www.rubedo.psc.br/musiminc/abertura.htm Página
de Jurandir Freire Costa
Portal
Brasileiro de Filosofia
http://www.cefa.org.br/cadernomais/index.asp Página
da Artista Plástica
GIOVANA
ZIMERMANN
http://www.giovanazimermann.com.br/FrameSET/FrameExp01tFrameset.htm "O
padecer dos corpos na arte", essa pesquisa possibilitou a Giovana
entrar em contato mais profundamente com a obra de Michel Foucault,
principalmente com duas importantes obras: Vigiar
e Punir e A História da Loucura. angústia, leveza e tenso movimento". (Osmar Pisani,
Poeta e Crítico de arte, junho de 1999). no que diz respeito a sua produção artística.
Orpheu
digital Página da Editora
com muito material Artístico e cultural Frater,
Virgínia
http://groups.msn.com/4ms1ts1j46bo2h5g/_whatsnew.msnw |