Virgínia Fulber

Leitora Apaixonada

Acariciando com olhar a face de um antigo companheiro reencontro a fenda que me leva além do tempo e penetro reminiscências... Aventuras  rabiscadas na memória ainda tenho, na orelha velhas notas,como brincos de esmeraldas, atiçaram a curiosidade com a   beleza de vozes estrangeiras ... Bem ao meio sublinhadas, palavras e sentenças inteiras guiam-me ao conhecimento...

Descobri através do Livro-amigo, que o melhor momento está no intervalo, entre a palavra e silêncio.

Àqueles que jamais toquei, embora as almas suas em mim habitam, pessoas de carne e ossos como nós, escreveram para que não esqueçamos o calor de suas vozes, o clamor de seus espíritos.

Como chamas ardentes ainda queimam as dores produzidas pela ignorância e solidão dos aflitos.

Seja em versos, literatura de ficção, nas letras da filosofia ou das ciências exatas às artes, os  fonemas penetram na raiz do tempo, temperando a seiva do que há por se produzir.

Se a imaginação nos é própria, que a cultivemos amplamente e, através dos Livros, filhos desgarrados, possamos inscrevemo-nos nas histórias, traspassar e transcender dolorosas memórias.

Com estas singelas palavras desejo manifestar meu apreço a todos Escritores e também aos Editores, neste dia 22 de abril em que comemoramos o Dia Internacional do Livro.

DO ESPIRITUAL NA ARTE- Para Kandinsky, paleta e máquina de escrever foram dois instrumentos complementares. Servia-se de uma e da outra com o mesmo virtuosismo. Essa necessidade de coerência propriamente pictórica, que o leva a procurar uma gramática dos meios da arte, e sua profecia de uma nova era tiveram uma profunda repercussão até nossos dias. http://www.relativa.com.br/livros_template.asp?Codigo_Produto=15242#200

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