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Dicas LER< Assistir ou rever .... o arrebatador apolínio/dionísico Todas as manhãs do mundo i Adaptado para o cinema em 1991 por Alain Corneau., Tous Les Martins Du Monde <<Final do século 17. O violinista Monsieur de Sainte Colombe volta pra casa pra descobrir que sua esposa faleceu enquanto estava fora. Em seu sofrimento, ele constrói uma pequena casa em seu jardim pra onde se muda para se dedicar sua vida à música e às suas duas filhas Madeleine and Toinette, evitando o mundo exterior. Rumores sobre ele e sua música levaram-no a ser convidado a fazer parte da Orquestra da corte de Luís XIV, mas ele recusou. Um dia um jovem, Marin Marais, vem até ele pedir para que ele fosse seu professor.>> http://www.videoloucos.com.br/filme.php?cod=6346
<Premiado com vários "césares", vendeu dois milhões e meio de ingressos na França, como também a trilha sonora, realizada pelo gambista Jordi Savall, vendeu mais de 500.000 exemplares de discos e fitas. La révolution baroque>http://www.ambafrance.org.br/abr/label/label42/arts/page3.html
Trilha sonora do Filma < maestro Jordi Savall <, para saber mais sobre este no link> http://www.musica.gulbenkian.pt/?cgi-bin/wnp_db_dynamic_record.pl?dn=db_musica_biographies_pt&sn=musica&orn=85 e http://criticomusical.blogspot.com/2003_06_01_criticomusical_archive.html Tous les matins du monde est un film français, réalisé http://fr.wikipedia.org/wiki/Tous_les_matins_du_monde
Um poema do filme no link > http://paginas.terra.com.br/arte/juscelinomendes/poesia/tous.htm Este filme arrebatou-me em 1992 quando o assisti numa pré estréia , POA, virei revirei, e consegui o CD que encomendei pelo Carlos Guion( Cine Guion). Insisti queria tê-lo comigo , imagens de rara beleza,consegui comprá-lo (VHS)da proprietária da locadora que muito gentilmente fez a ponte, na época eu não tinha internet,94. Juntamente com Farinelli e Shine, são os meus pupilos ! O livro ainda não li estou 'a procura. Um convite nos comovermos e embriagarmos de barroco neste final de semana , adiante .... Sinopse do Livro "Este livro é o responsável pela redescoberta do barroco na Europa". http://www.editorarocco.com.br/shopping/ExibirLivro.asp?Livro_ID=85-325-0416-7 Sobre o autor do Livro Pascal Quignard r > Formado em filosofia, editor da Gallimard , "Sutil e determinado": só se sente realmente bem quando transgride. Quando criança, por duas vezes foi um pouco autista: na primeira, foi seu tio, que voltava do campo de concentração nazista de Dachau, que lhe ensinou novamente a falar e a comer, colocando-lhe um galho de alcaçuz na boca.... .". Para este escritor perder seu pai foi uma dor e... uma libertação. " Entendi a que ponto o nome paterno e o fato de ingressar na vida social e disputar as honras desaparecem com a morte do pai. Porque fazemos muitas coisas ao longo da vida para satisfazer aqueles que nos geraram. Então, quando eles se vão, bom número de nossas ambições desaparece junto com eles. Forcei-me a dar aulas, a trabalhar com edição, a mexer com música, para poder desempenhar papéis, pois não possuía o menor talento para a vida coletiva. No entanto, há uma vida mais antiga do que a ambição ou até o amor: uma solidão que antecede a vida social. Hoje, mais do que nunca, é essa vida que estou resgatando. Excluo-me da "fratria" da mesma forma como me excluí da pátria. " ....em 1994, Pascal Quignard demitiu-se da editora Gallimard. Libertando-se desse fardo social, libertou-se também da questão dos gêneros literários. Seria ele romancista ou poeta? Ensaísta ou musicólogo? Latinista ou pós-moderno? Essas interrogações não têm mais importância. Ao deixar o emprego, Pascal Quignard mergulhou de cabeça na aventura de uma literatura que não se enquadra nos gêneros conhecidos. " O fato de não estar mais atrelado a horários e locais me assustou: tive medo de enlouquecer. Trata-se de uma preocupação que a sociedade incute nos indivíduos. Ir ao trabalho todos os dias faz com que o tempo e a alma fiquem intensamente demarcados. Convivemos com o medo e a ansiedade de desmoronar sem ele. Não digo que alguns são alienados e outros não. Não é possível nos desfazermos da língua materna, nos subtrairmos ao tempo e à sociedade na qual vivemos e sem os quais não somos nada. Não acho, em absoluto, que seja preciso opor um estado originário idílico a uma sociedade monstruosa. Simplesmente, o que desejo é ser o mais individualizado possível, o menos dependente possível, poder levar uma vida o mais próximo possível daquilo que sinto... "http://www.ambafrance.org.br/abr/label/label50/dossier/17.html
Um poema do filme no link > http://paginas.terra.com.br/arte/juscelinomendes/poesia/tous.htm
Poema no link > ttp://www.vaniadiniz.pro.br/virginia_fulber/poemas.htm em memória ao meu pai Baldoíno Fulber (02/03/ 1918/ 04/08/19987) que me ensinou a ouvir e amar a música, o teatro e escutar o silêncio , bem como a amar o trabalho e celebrar a vida com saber/sabor ! ( meu mestre das" 24 horas " ) vicamf@yahoo.com.br além mar virgína |