|
|
|
Indicações de Leitura O valor da linguagem escrita
na ordem do saber reichiano Henrique
J. Leal F. Rodrigues
©
1998 - Direitos Autorais Reservados - O autor autoriza a reprodução
deste artigo desde que sem fins comerciais, sendo citada sua autoria e
feita referência à esta página, situada em http://www.orgonizando.psc.br/artigos/escrita.htm .
Caso sejam citados trechos do artigo, solicitamos cuidado para que o
sentido da citação fora do contexto não venha a ser deturpado ou passível
de má interpretação. Resumo: Procura discutir a fundamentalidade do compromisso da escrita na divulgação e avaliação do saber produzido pelo movimento reichiano, seja no campo da individualidade da clínica, quanto no interior das entidades formativas. Percorre a construção teórica e metodológica das psicoterapias corporalistas1 valorizando o resgate da linguagem escrita, encarado como o suporte magno do conhecimento. Deseja criar um campo reflexivo sobre o narcisismo institucional2 e o narcisismo individual3 como possíveis agentes geradores da crise de uma produção teórica escrita
que leva a marca da inviabilização à crítica e a avaliação, do uso
de técnicas no setting terapêutico. *** de Sigmund Freud, de seus escritos e de seus conceitos psicanalíticos que Wilhelm Reich produziu a base inicial de seu pensamento teórico e sua práxis clinica. Tanto Freud, quanto Reich, tinham na clínica sua fonte mais fecunda para a compreensão da dinâmica construtora do modos operantis da psique do ser humano. E, foi a partir desta que iniciaram a construção da teoria psicanalítica, e da psicoterapia em seu mais amplo sentido.
Tanto Freud, quanto Reich, nos legaram uma produção escrita das mais fecundas, que indicava a intenção destes pensadores com a divulgação e perenidade de suas obras . Nos proporcionaram, assim, a possibilidade de ler, aprender, avaliar, discordar e reconstruir novos paradigmas teóricos e clínicos através de suas
idéias explicitamente escritas em livros, manuscritos e papers de conferências.
Imaginemos,
então, um Freud ou um Reich sem seus escritos? Qual seria o legado de Freud ou Reich se ao invés de escreverem suas idéias e descobertas, apenas as vivessem
na clínica, e reduzissem o seu campo de debates à um restrito círculo
de amigos? Qual seria nossa herança se Reich ou Freud, ao escrever não fossem movidos pelo traço de caráter narcísico que move o ser humano em sua ambição de reconhecimento, e que traduz uma enorme coragem, ao se expor no
mundo, a de se perpetuar em sua obra? Leia
todo Artigo em http://www.orgonizando.psc.br/artigos/escrita.htm Frater, Virgínia Eu
só poderia acreditar em um deus que soubesse dançar.Aprendi a andar;
desde então, deixo-me correr. Aprendi a voar, desde então não preciso
mais que me empurrem para mudar de lugar. Agora sou leve, agora eu vôo...
agora um deus dança em mim.Assim falava Zaratustra."Nietzche http://groups.msn.com/4ms1ts1j46bo2h5g/nietzschelouasalombyvica.msnw |