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Virgínia Fulber
Gentes
Cadê criança?
Cadê inocência?
Brinca de cabra cega,
na rotina a estrela,
dantes Alfa/Beta,
destreza nas artes de Ser!
Borboleta- será num doce néctar
o despertar?
Beija-flor, beija-me flor dos tempos
de melhor AMOR !
Num verso o reverso da estrela antes
do amanhecer!
Houve vaidade?
Pintor, procuravas sonhos
nas sombras do giz !
No nanquim mergulhou tua sina de descontinuar...
Nos ritos partidos, gritos!
Tardio
entendimento !
Luto infantil...difícil acontecimento!
Entendo...entendo...adulto sempre entende...
Sente?
Acolhe,esta
prima irmã,
distinta,avessa criança,
que ainda dança,de
sandalhas de verniz
sobre o
cobertor.
Deixa de primazia!
Desnudo abre
janela,
arreda
cortinas,
mostra uma
rima,
ainda que lenta
veja/seja criança
outra vez!
Virgínia Fulber/outubro 2003
vica_f@hotmail.com
vicamf@jfreirecosta.com
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