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Altiplanos
( In quase haicais – virgínia além mar)
estremecida olhos cerrados ao acaso corpo expandido
no Lago de sal na Planície eterna Sol adormece
O Pacífico cuida a infância quietas horas
Flamingos pesacam metamorfoses do ser auroras d´olhar
seculares Cáctus redimem ancestralidades
leio nas rochas traídas passagem de épocas prateadas
flashs mensuráveis estampam as décadas paisagens d´alma
virgínia além mar -agosto -08- imagens fonte http://www.mattonimages.com.pt/search.php?next=1&fopen=1&sok=altiplano&o=
Emplumada... Entre nuvens e o “ teu” delicado arco-íris Poeta vislumbro as longínquas Montanhas majestosas catedrais -picos telúricos... Ouço o som das flautas andinas...
Trespassa-me ingênua herança quantia exata, necessária aos anseios ontológicos... convite... com-ver-gente
São poucos os Poetas ingênuos na atualidade são tantos os Sentimentais que anseiam alçar o vôo das águias-almas... Em canto nostálgico; sinos, chocalhos...
Uma dança Sufi me ocorre envolvente além das armaduras culturais dos pré conceitos, plano... Num misto de consciência e absorção vigilante
Roçando a névoa do inconsciente coletivo oceâno-me , anterior a mim após o eu já não há brinde, loucura ou Poesia ... Com serenidade ao devir cósmico entrego-me
virgínia fulber -além mar - Novo Hamburgo -12 agosto 08
Publicado no Recanto das Letras em 14/08/2008
"O
poeta ou é a natureza ou a buscará; no primeiro caso resulta o poeta
ingênuo, no segundo o sentimental.”
- visite lindas imagens Geographichttp://ngm.nationalgeographic.com/2008/07/bolivias-new-order/steinmetz-photography foto poema in- Entrevista -http://www.vaniadiniz.pro.br/espaco_ecos/entrevistas/virginia_fulber.htm |