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Delicadamente Quanta delícia é possível perceber no silenciar das intrigas! Bendito silencio! Bendita ternura que habita a nova hora !
Olhar atrevido em lentas pestanas Saracotiando a saia de chita em lavanda Pelescelestes das ventanas!
Doçura em sorriso que não deseja conquistar Sorri ,por si, esquecida da vida a menina do riacho
Nem arabesco ou tambores Nem amores ou despedidas Entregue a existência desconhece o sofrer
Desfruta palmilhando o estalo da língua entre os sabores conquistados querência desmedida ; de cereja o paladar ! Virgínia Fulber ( de Além Mar)
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