Virgínia Fulber

 Ressonâncias Ingênuas
 

Deixai virem /irem Borboletas

Delas aprendeis

errâncias

fragilidade

Meta-morfoses  

Catalisadoras de sonhos

 “fazedoras de vento “, Expandem o invisível

No ressonante dinamismo Multiplicam-se essências

Vozes, asas recriam imagens ...   

A surpresa se dá ao inocente errante

O amor está no perceber-receber o instante  

Ressonantes   “agoras” tecem  o amanhã de estrelas ...

*além mar Virgínia 01/09/2005

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              abraço  afetuoso ,   virgínia  27 de junho2007

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